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Reino Unido oferece ajuda a outros países para identificar mutações do coronavírus

·1 minuto de leitura
Funcionária prepara sequenciamento do genoma do Sars-CoV-2 em um laboratório do Instituto Wellcom Sanger, no Reino Unido

O Reino Unido oferecerá seus avançados conhecimentos científicos sobre genoma a países com menos recursos para ajudá-los a identificar novas variantes do coronavírus que causa a covid-19, anunciou o governo nesta terça-feira (26).

"Quando um de nós sofre, todos sofremos, então devemos promover a segurança sanitária em todos os países", afirmou o ministro da Saúde, Matt Hancock.

O Reino Unido, que preside o G7 este ano, quer aproveitar a oportunidade para promover "um sistema de saúde mundial mais eficaz e colaborativo" que permita à comunidade internacional estar melhor preparada para enfrentar essas ameaças no futuro.

Com este objetivo, o país proporcionará os recursos necessários para ajudar as nações que o desejarem para analisar novas cepas do vírus mediante sua "plataforma para a avaliação de novas variantes", que será administrada pela saúde pública inglesa em colaboração com o grupo de pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS) encarregado do SARS-CoV-2, o vírus que causa a covid-19.

Os laboratórios britânicos trabalharão diretamente com as amostras enviadas do exterior ou proporcionarão "apoio a distância e assessoria de especialistas" quando necessário, explicou o governo de Boris Johnson.

Os países que precisarem de ajuda terão que solicitá-la pela OMS.

O Reino Unido sequenciou mais da metade das amostras do SARS-CoV-2 enviadas à base de dados mundial e seus cientistas identificaram a variante mais contagiosa que apareceu no sul da Inglaterra.

Hancock também destacou a necessidade de "padronizar e coordenar os ensaios clínicos para encontrar informação de forma mais rápida do que com o sistema fragmentado que existe até agora".

jwp-acc/jz/aa