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Reino Unido arrisca recessão e queda de ativos, diz pesquisa

(Bloomberg) -- Seis anos após a Grã-Bretanha ter decido deixar a União Europeia, o mercado vê um país em crise: o Reino Unido cambaleia rumo a uma recessão com inflação em alta, enquanto a libra pode testar mínimas históricas.

Quase três quartos dos entrevistados na última pesquisa Bloomberg MLIV Pulse estavam pessimistas sobre o futuro do país em um momento em que o custo de vida aumenta, o crescimento se desacelera e as relações com o seu maior parceiro comercial - a UE - azedam. Mais de quatro em cada cinco esperam uma recessão dentro de um ano, enquanto a maioria vê a libra em risco de atingir as mínimas do início da pandemia e dias ruins à frente para ações e títulos britânicos.

A nação está tomada por inquietação. O primeiro-ministro Boris Johnson, cujo próprio partido tentou removê-lo do poder, arrisca uma nova luta comercial com os importantes vizinhos da UE, enquanto tenta reformular o acordo pós-Brexit. O aumento do custo de vida, alimentado por problemas na cadeia de suprimentos e pela guerra na Ucrânia, se tornou uma preocupação maior, assim como o crescimento.

“O Reino Unido parece estar em uma das piores posições”, disse Oliver Blackbourn, gerente de portfólio da Janus Henderson, que administra mais de US$ 360 bilhões globalmente. A situação do país é “mais estagflacionária do que outras grandes regiões, com inflação atual mais alta, expectativas de aumento mais prolongado dos preços e previsões mais fracas de crescimento econômico em 2023”.

Os usuários do blog MLIV da Bloomberg foram questionados sobre o que aconteceria primeiro com a libra, que já caiu quase 10% este ano para pouco mais de US$ 1,22: cair ainda mais para US$ 1,15 - quase igualando a mínima de várias décadas que atingiu no início da pandemia - ou se recuperar para US$ 1,35? Cerca de 76% dos entrevistados na pesquisa, que foi completada por 538 participantes, previram o resultado pior.

Bancos centrais de Washington a Zurique elevam juros para conter a inflação. O Banco da Inglaterra na quinta-feira aumentou juros pela quinta reunião consecutiva. Os formuladores de política monetária ficaram divididos sobre o tamanho da alta, ressaltando a dificuldade em equilibrar a necessidade de controlar a inflação sem destruir o crescimento.

Especialistas também estão divididos. Karen Ward, estrategista-chefe de mercado para a Europa da JPMorgan Asset Management, disse que o BC inglês se move muito devagar e “pode ter que implementar mais aumentos de taxas mais adiante”. No entanto, David Bharier, chefe de pesquisa das Câmaras de Comércio Britânicas, estava preocupado que “a decisão de elevar a taxa de juros vai piorar a preocupação das empresas em um cenário econômico enfraquecido”.

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©2022 Bloomberg L.P.

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