Mercado fechará em 4 h 48 min
  • BOVESPA

    111.575,79
    +666,18 (+0,60%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.174,06
    -907,27 (-1,78%)
     
  • PETROLEO CRU

    81,12
    +2,92 (+3,73%)
     
  • OURO

    1.769,40
    +5,70 (+0,32%)
     
  • BTC-USD

    16.833,39
    +406,54 (+2,47%)
     
  • CMC Crypto 200

    399,60
    +10,87 (+2,80%)
     
  • S&P500

    3.957,63
    -6,31 (-0,16%)
     
  • DOW JONES

    33.852,53
    +3,07 (+0,01%)
     
  • FTSE

    7.589,17
    +77,17 (+1,03%)
     
  • HANG SENG

    18.597,23
    +392,55 (+2,16%)
     
  • NIKKEI

    27.968,99
    -58,85 (-0,21%)
     
  • NASDAQ

    11.525,75
    +1,00 (+0,01%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5060
    +0,0494 (+0,91%)
     

Regularização de bens no exterior deve ser votado nesta 4ª e só anistia crimes tributários

BRASÍLIA (Reuters) - O texto do projeto da regularização de bens no exterior, que deve ser votado nesta quarta-feira na Câmara dos Deputados, prevê a anistia apenas a crimes tributários, como evasão de divisas e sonegação fiscal, disse o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), que ressaltou que esse desenho foi negociado com o relator do projeto, Manoel Júnior (PMDB-PB). “Estamos muito seguros de que não vamos votar nenhuma armadilha para legalizar as ilicitudes”, disse Guimarães. Segundo ele, as únicas exceções será o perdão para repatriar recursos relativos a crimes de ordem tributária. “Aqueles crimes que são caracterizados como de origem ilícita, baseados na lavagem e associações criminosas, caixa dois, tudo isso saiu... foi uma construção feita pelo relator, pela Receita Federal e por todos nós”, disse. Na comissão especial da Câmara que tratou do assunto, o relator havia incluído outros crimes entre os anistiados, como caixa dois e uso de documento falso. O líder disse que sua expectativa é de que o tema seja votado ainda nesta quarta-feira no plenário da Câmara. Guimarães também disse que a proposta de emenda à Constituição que prorroga a vigência da Desvinculação das Receitas da União (DRU) deverá chegar ao Senado para análise na primeira semana de dezembro, depois de ser analisada pelos deputados. A DRU é um mecanismo que permite ao governo usar livremente parte dos recursos financeiros e desengessa o Orçamento. A prorrogação do instrumento é apontada como importante pelo Palácio do Planalto, em um momento em que tenta reequilibrar as contas públicas. Segundo Guimarães, a comissão especial da Câmara para analisar a PEC deve ser criada até a quinta-feira. (Reportagem de Leonardo Goy)