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Regulamentação de refrigeradores deve gerar economia de R$ 30 bi

·1 minuto de leitura
Asian woman shopping for refrigerator
Sistema de classificação deve ficar ainda mais rígido (Getty Image)
  • Mudança no sistema de classificação exigirá que a indústria brasileira produza refrigeradores cada vez mais econômicos

  • Os testes em laboratório para as novas tecnologias começam em setembro

  • O Inmetro estima que haverá economia de R$ 32,25 bilhões na conta de energia

Com os critérios estabelecidos pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), a estimativa é que os consumidores economizem mais de R$ 30 bilhões na conta de luz. Os critérios foram estabelecidos pela pela nova Portaria 332 e criam uma nova classificação para os produtos.

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Os testes de laboratório começarão em setembro e passarão a seguir regras mais rígidas, adequando os refrigeradores às orientações das Nações Unidas para regulamentação em eficiência energética. 

Focada em países em desenvolvimento e economias emergentes, a parceria público-privada liderada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) atua em lugares nos quais a demanda por energia deve aumentar.

De acordo com as novas normas, as geladeiras mais eficientes serão classificadas em A+++, representando uma eficiência de até 30% em relação à atual classificação A. Já a A++ indica 20% a menos no consumo e A+ economiza 10%.

Conforme informações do Inmetro, uma geladeira A+++ de duas portas com o volume de 500 litros o consumidor pode economizar cerca de 13 quilowatts-hora (kWh). Em um mês, a economia é de R$ 10,14, considerando uma tarifa média. 

Pensando a longo prazo, o órgão regulador estima que haverá economia de R$ 32,25 bilhões na conta de energia dos brasileiros até 2035, gerada pelo processo de atualização do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE).

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