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Reguladores estadunidenses criam diretrizes sobre criptomoedas para bancos

·2 min de leitura

A adoção cada vez maior das criptomoedas tem levado os reguladores americanos de bancos a criarem diretrizes mais claras sobre o tema. Elas cresceram muito nos últimos anos, apesar das grandes oscilações de preços e das restrições regulatórias. Analistas do Bank of America disseram recentemente que o tema é simplesmente "grande demais para ser ignorado".

Jelena McWilliams, presidente da Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), diz que as instituições financeiras receberão um roteiro, que inclui regras mais claras sobre a custódia de criptomoedas. Para ela, é importante permitir que os bancos atuem nesse espaço — especialmente para diminuir os riscos. "Se não liberarmos a participação deles, a atividade vai se desenvolver fora. Nesse caso, as agências de regulação federais não conseguirão controlá-la."

A executiva destaca, ainda, que as autoridades reguladoras devem autorizar os bancos a usarem esses ativos como garantia e definir como essas instituições podem informá-los em seus balanços. Para isso, em maio, o Escritório do Controlador da Moeda (OCC), o Federal Reserve (Fed) e a FDIC discutiram a formação de uma equipe interagências que possa se concentrar na regulação do segmento.

Imagem: Reprodução/Pexels/David McBee
Imagem: Reprodução/Pexels/David McBee

Paralelamente, o Fed trabalha em um documento sobre stablecoins (criptomoedas que mantêm preço relativamente estável atrelado a uma mercadoria ou a uma moeda). Além disso, a Casa Branca criou um grupo de trabalho sobre regras de criptomoeda.

Recentemente, o Politico revelou que, em janeiro, ainda na administração de Donald Trump, um regulador permitiu que os bancos negociassem criptomoedas em nome dos clientes. A decisão está sendo revisada por Michael Hsu, controlador em exercício do OCC, e só foi tornada pública em 22 de outubro.

Bancos já oferecem criptos

Apesar da falta de clareza regulatória, os principais bancos dos EUA já oferecem serviços relacionados a ativos digitais. O US Bank, por exemplo, lançou em outubro um serviço de custódia de criptos para gestores de fundos em resposta a uma demanda crescente.

Em julho, o JPMorgan Chase passou a permitir que clientes de gestão de patrimônios tivessem acesso a fundos em cripto. Um mês depois, o Citigroup anunciou que considera negociar Bitcoin, assim como o Goldman Sachs o fez em maio.

Fonte: Canaltech

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