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Reguladores dos EUA precisam refletir diversidade, diz estudo

Ben Bain
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Reguladores do setor financeiro precisam aumentar o número de profissionais negros no comando, o que reforçaria a consciência de como suas políticas afetam as minorias, disse Chris Brummer, um professor negro de direito da Universidade Georgetown que está entre os candidatos do governo Biden para liderar a Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC, na sigla em inglês).

Em seus quase 90 anos de história, apenas dois negros lideraram uma divisão importante na SEC, e a CFTC nunca nomeou um profissional negro para chefiar uma de suas unidades mais proeminentes, de acordo com a pesquisa de Brummer.

O professor da Georgetown disse que negar aos negros uma voz nos debates de política financeira prejudica suas comunidades.

“É preciso ter um diálogo com pessoas de diferentes perspectivas para chegar ao resultado certo”, disse Brummer em entrevista. “Não temos isso agora.”

Os diretores de departamentos da SEC e CFTC, que são selecionados pelo presidente das agências, são responsáveis por vários aspectos, como gestão de pessoal, elaboração de novas regras e decisão de quando processar empresas acusadas de irregularidades. Estudo publicado por Brummer no ano passado mostrou que os negros responderam por apenas 3% dos principais líderes de agências reguladoras financeiras.

O governo Biden ainda não anunciou sua indicação para presidente da CFTC, principal regulador do mercado global de swaps. Brummer, junto com os dois comissários democratas da agência, Rostin Behnam e Dan Berkovitz, estão entre os mais cotados. A Casa Branca tem enfrentado pressão para cumprir a promessa de tornar a força de trabalho do governo federal mais representativa da diversidade do país.

Allison Herren Lee, presidente interina da SEC, e Behnam, presidente temporário da CFTC, disseram que estão comprometidos em aumentar a diversidade.

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