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Reguladores dos EUA buscam mecanismos para combater monopólio das gigantes da tecnologia

·2 minuto de leitura
A presidente da Câmara Federal de Comércio dos EUA, Lina M. Khan (AFP/Graeme Jennings)

Os reguladores antitruste dos Estados Unidos pediram nesta quarta-feira (15) maior escrutínio de aquisições menores por gigantes da tecnologia como parte de novos esforços para conter o domínio dessas empresas.

Alphabet, a empresa-mãe do Google; Amazon, Apple, Facebook e Microsoft fizeram centenas de negócios nos últimos anos que eram pequenos demais para serem informados às autoridades para aprovação, informaram reguladores à Comissão Federal de Comércio (FTC).

A comissária Rebecca Slaughter disse que revisar as aquisições feitas por essas empresas individualmente é insuficiente.

“Cada fusão individual, vista de forma independente, pode não parecer ter um impacto significativo”, mas “o impacto coletivo de centenas de aquisições menores pode levar a um monopólio gigante”.

Slaughter falou enquanto a comissão ouvia as conclusões de um estudo divulgado em fevereiro do ano passado sobre mais de 600 aquisições pelos titãs da tecnologia entre 2010 e 2019, algumas das quais estavam abaixo do limite de relatório.

A FTC entrou com um processo contra o Facebook, alegando que a empresa fez "aquisições anticompetitivas" de rivais em potencial, como Instagram e WhatsApp, para proteger seu domínio.

Além disso, a divisão antitruste do Departamento de Justiça disse que está trabalhando com a FTC para revisar cuidadosamente suas diretrizes sobre "fusões prejudiciais", como grandes empresas que adquirem pequenos operadores nos mercados.

"O Departamento de Justiça está conduzindo uma revisão cuidadosa das diretrizes de fusões horizontais e verticais para garantir que sejam críticas o suficiente para fusões prejudiciais", afirmou o procurador-geral em exercício, Richard Powers, em um comunicado.

A presidente da FTC, Lina Khan, disse que as grandes empresas de tecnologia dedicaram "enormes recursos" a aquisições que estão "em grande parte fora de nosso alcance".

"Este estudo ressalta a necessidade de examinarmos de perto os requisitos de relatórios e identificar áreas onde a FTC pode ter criado lacunas que estão injustificadamente permitindo que os acordos passem despercebidos."

Em julho, o Facebook entrou com um pedido formal para desqualificar Khan de qualquer ação antitruste contra o gigante da mídia social, argumentando que a presidente da FTC é tendenciosa.

O processo ocorreu após um pedido semelhante da Amazon em antecipação a uma onda de ações antitruste contra gigantes de tecnologia pela agência reguladora.

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