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Reguladores da União Europeia contestam FLoC do Google

Gabriel Daros
·2 minuto de leitura
Reguladores da União Europeia contestam FLoC do Google
Reguladores da União Europeia contestam FLoC do Google

O Google vem testando os FLoCs (Federated Learning of Cohorts) para colocar a tecnologia em prática o mais rápido possível, mas tudo indica que eles ainda terão uma longa jornada pela frente. Reguladores e entidades de consumo da União Europeia estão submetendo a nova geração de cookies sob escrutínio por ser potencialmente invasiva e desrespeitar a privacidade dos usuários.

Johannes Caspar, comissário de proteção de dados de Hamburgo, Alemanha, diz que o uso do FLoC levanta diversas questões sobre a GDPR — a Lei Geral de Proteção de Dados Local. “ Implementar usuários nos FLoCs pode ser um ato de processamento de informações pessoais. E isso requer consenso intencional e informações claras e transparentes sobre estas operações.”

Além dos alemães, a CNIL, comissão francesa de regulamentação de dados, atenta que o FLoC pode requerer dados já presentes nos dispositivos, o que pode ser invasivo. A instituição também reforça que a tecnologia deve ser clara para os usuários, ou do contrário, pode levar a ainda mais processos.

Reguladores do Reino Unido, Irlanda e Bélgica também estão preocupados em como o Google pode acabar criando outro truste com os FLoCs. As instituições estão avaliando as propostas da empresa, e como elas podem impactar negativamente o mercado de publicidade.

Google quer que FLoCs sejam uma iniciativa aberta

O questionamento dos reguladores é um ponto crucial na ferida do Google, que não é exatamente conhecido por ser claro com seus consumidores. A empresa começou a testar os FLoCs no Chrome sem notificar os usuários que fazem parte do experimento. Navegadores focados em privacidade e o WordPress recusaram a usar o rastreador.

Até o momento, o Google rebate às ameaças se dispondo a conversar com os reguladores, alegando que os FLoCs devem funcionar como uma “iniciativa de código aberto”. Um dos diretores de produto do Chrome, Marshall Vale, reconhece os padrões altos das leis de privacidade e transparência da União Europeia, e que a nova tecnologia deve respeitá-las.

“Sabemos que a opinião de autoridades de proteção de dados é crucial para acertarmos nesse produto, e é por isso que começamos a discussão sobre a tecnologia e estes planos logo nas etapas iniciais,” afirma o diretor. A empresa ainda afirmou que planeja introduzir ferramentas que permitirão a saída das Coortes FLoC.

Via Wired

Imagem: Photo Mix/Pixabay/CC