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Regulador da Eslováquia diz que vacina Sputnik difere da usada em outros países

·1 minuto de leitura
Em fevereiro, a revista Lancet informou que a vacina Sputnik V tem uma eficácia de 91,6%, o que amenizou as dúvidas sobre sua confiabilidade

O órgão regulador dos medicamentos na Eslováquia disse nesta quinta-feira (8) que não conseguiu determinar a segurança de um lote da vacina russa Sputnik V contra a covid-19 entregue em Bratislava em março e expressou dúvidas sobre sua composição.

"Os lotes da vacina [Sputnik V] usados nos testes pré-clínicos e nos estudos clínicos publicados na revista Lancet não têm as mesmas características e propriedades que os importados na Eslováquia", disse o Instituto Nacional de Controle de Medicamentos (SUKL) em um comunicado enviado à AFP.

"Somente seu nome o relaciona às vacinas Sputnik V usadas em cerca de 40 países do mundo", disse o regulador da Eslováquia, que com 5,4 milhões de habitantes enfrenta uma das maiores taxas de mortalidade por covid-19 do mundo.

"Com base apenas nos testes de laboratório, não é possível concluir sobre a eficácia e a segurança em humanos" do lote enviado à Eslováquia, disse o instituto, acrescentando que o fabricante da vacina não respondeu as repetidas solicitações para fornecer dados sobre a composição das primeiras 200.000 doses importadas.

O ex-primeiro-ministro Igor Matovic renunciou na semana passada em meio a um escândalo pela compra precipitada de dois milhões de doses da Sputnik V, que ainda não recebeu a autorização da Agência Europeia de Medicamentos (EMA).

Em fevereiro, a revista Lancet informou que a vacina Sputnik V tem uma eficácia de 91,6%, o que amenizou as dúvidas sobre sua confiabilidade. A vacina será usada na Rússia e Hungria, entre outros países.

Um total de 10.322 pessoas morreram por causa da covid-19 desde o início da pandemia, 79 nas últimas 24 horas.

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