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Regulador britânico aprova uso da vacina Pfizer a partir dos 12 anos

·2 minuto de leitura
Mulher recebe vacina anticovid da Pfizer-BioNTech na França

O órgão britânico regulador de medicamentos estendeu, nesta sexta-feira (4), às crianças com entre 12 e 15 anos a autorização para a vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Pfizer/BioNtech, aprovada até agora para maiores de 16 anos.

"Revisamos cuidadosamente os dados dos ensaios clínicos em crianças de 12 a 15 anos de idade e concluímos que a vacina Pfizer/BioNTech contra a covid-19 é segura e eficaz nesta faixa etária", anunciou a diretora da agência MHRA, June Raine, em um comunicado.

Os ensaios clínicos envolvendo 2.000 crianças nessa faixa etária mostraram "que a vacina funcionou no mesmo nível que a observada em pessoas com entre 16 e 25 anos", disse o professor Munir Pirmohamed, presidente da comissão de medicamentos para uso humano, que classificou os resultados como "extremamente positivos".

Cabe agora ao comitê científico e político encarregado da vacinação no Reino Unido decidir se essa faixa etária deve ser vacinada, disse a MHRA.

País europeu mais atingido pela pandemia, com quase 128.000 mortes, o Reino Unido conduz uma campanha massiva de vacinação nos últimos seis meses.

Metade dos adultos (26,4 milhões) já recebeu as duas doses necessárias das vacinas AstraZeneca/Oxford, Pfizer/BioNTech ou Moderna e 75% (39,8 milhões) a primeira delas.

O país também aprovou recentemente a vacina de dose única Janssen (Johnson & Johnson).

O comitê encarregado da vacinação aconselhou, na medida do possível, a não administração da vacina britânica AstraZeneca em menores de 30 anos, devido ao temor de casos raros, mas graves, de coágulos sanguíneos.

Após um longo e rigoroso confinamento de inverno, o Reino Unido registra uma melhora significativa na situação de saúde, o que tem permitido um levantamento gradual das restrições.

No entanto, enfrenta agora um aumento significativo de casos da variante detectada pela primeira vez na Índia, o que pode obrigar ao adiamento da última fase de desconfinamento, prevista para 21 de junho.

acc/es/mr