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De regional a nacional e agora continental: a rivalidade de Palmeiras e Santos desde 2015

LANCE!/NOSSO PALESTRA
·3 minuto de leitura


Palmeiras e Santos fazem a final da Libertadores no próximo dia 30, em jogo único, no Maracanã. Será o maior confronto da história entre as equipes e o primeiro válido pelo torneio continental.

Retrospectiva-2020: Palmeiras tem título, troca de técnico e garotada em alta

Chamado de Clássico da Saudade por conta dos épicos embates entre o Palmeiras de Ademir da Guia e o Santos de Pelé nos anos 1960, o duelo que decidirá a final da Libertadores de 2020 será o auge de uma rivalidade que vem crescendo exponencialmente nos últimos anos.

Em 2015, o Verdão e o Peixe voltaram a se encontrar em uma final de Campeonato Paulista pela primeira vez desde o histórico Supercampeonato de 1959. Na ocasião, o Santos acabou sendo campeão após vencer a decisão por pênaltis. Foi a única vez que o Palmeiras perdeu uma taça para seu rival em uma final direta.

A redenção veio rapidamente e com juros. No final do mesmo ano, as duas equipes fizeram também a final da Copa do Brasil, naqueles que, até o dia da final da Libertadores, são os dois jogos mais importantes da história entre ambos. Amplo favorito, o Santos venceu o primeiro jogo por 1 a 0 em seus domínios, ainda desperdiçando um pênalti e um gol inacreditável com o atacante Nilson.

No jogo de volta, no Allianz Parque, vitória por 2 a 1 com dois gols de Dudu. Nos pênaltis, Fernando Prass foi o herói ao defender uma cobrança e depois ao marcar o gol decisivo. O Palmeiras foi tricampeão da Copa do Brasil e vingou o Paulistão perdido no início da temporada.

Em 2016, no ano seguinte, o Palmeiras levou a melhor sobre o Santos novamente no âmbito nacional, mas dessa vez no Brasileirão. O Alviverde se sagrou campeão da maior competição do país pela nona vez, enquanto o Alvinegro teve que se contentar com o vice-campeonato.

Nos anos subsequentes, diversos embates acalorados pelo Brasileirão e por estaduais, além de provocações de lado a lado, incluindo a polêmica transferência de Lucas Lima, do Santos para o Palmeiras, em 2018. O meia não chegou a um acordo para a renovação de seu contrato na Vila Belmiro e acertou com o Alviverde.

Em 2021, a rivalidade entre Palmeiras e Santos transcendeu as fronteiras nacionais e se expandiu para o âmbito continental. As equipes farão a final da Libertadores após eliminarem nas semifinais River Plate e Boca Juniors, respectivamente.

Pela primeira vez, desde 2000 - ano no qual o torneio passou a ter oito grupos com quatro equipes e a presença do campeão na fase de grupos - as duas melhores campanhas da primeira fase se encontraram na grande decisão. É a terceira final entre equipes brasileiras, mas a primeira entre rivais do mesmo estado.

No retrospecto geral do clássico, a vantagem é palmeirense. São 330 jogos, com 138 vitórias do Palmeiras contra 105 do Santos, além de 87 empates. O time Alviverde já balançou as redes 561 vezes e sofreu 474 gols. Na atual temporada, foram três jogos - dois empates e uma vitória do Verdão. Vale lembrar que os dois times também são os maiores campeões nacionais: dez títulos para o Palmeiras e oito para o Santos.

Jamais um time brasileiro foi campeão da Libertadores no Maracanã. O Palmeiras, que conquistou a Copa Rio de 1951 no local, poderá voltar a ganhar levantar uma taça no maior estádio do país depois de 70 anos.