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Região mais afetada por Covid começa a reabrir apesar de alertas

Peter Laca, Slav Okov e Jan Bratanic
·3 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Países do Leste Europeu começam a flexibilizar os lockdowns para acalmar cidadãos frustrados, embora a região ainda mostre a maior letalidade do mundo na pandemia de coronavírus.

A suspensão das restrições e as que ainda estão em vigor variam em mais de uma dúzia de países, desde o Báltico até o Mar Negro. Com a rápida propagação de novas variantes do coronavírus e campanhas irregulares de vacinação, hospitais estão à beira do colapso. Nove entre 10 países com maior letalidade por Covid-19 são agora ex-satélites soviéticos.

A República Tcheca, que lidera o mundo em mortes per capita causadas pelo coronavírus, suspendeu o toque de recolher noturno e a proibição de viagens entre condados na segunda-feira. Aulas presenciais foram retomadas nas séries iniciais de escolas primárias, mas a maioria dos restaurantes, lojas e espaços culturais permanece fechados. A pandemia matou quase 28 mil dos 10,7 milhões de habitantes do país.

“Estamos desencadeando a movimentação de um grande número de pessoas, então realmente precisamos ter cuidado”, disse o primeiro-ministro tcheco, Andrej Babis, no domingo. “Entendo que todos estão impacientes e querem voltar ao normal o mais rápido possível, mas estou apelando a todos para sermos razoáveis.”

A Bulgária agora permite que um número limitado de pessoas frequente o espaço interno de restaurantes internos, pubs, teatros, cinemas e salas de concerto.

O país dos Balcãs tem a segunda maior taxa de letalidade de Covid-19 em 14 dias da União Europeia, atrás da Hungria que, ao implementar uma das campanhas de vacinação mais rápidas, reabriu lojas e serviços na semana passada, apesar das advertências de médicos.

“Vemos os primeiros passos em direção ao fim da terceira onda de coronavírus em nosso país”, disse o ministro da Saúde da Bulgária, Kostadin Angelov, em 9 de abril.

A Eslovênia reabriu a maioria dos serviços, lojas, jardins de infância e escolas após um lockdown de 11 dias, mas “ainda não estamos fora de perigo”, disse o ministro da Saúde, Janez Poklukar. O toque de recolher em vigor desde outubro também terminou na segunda-feira, enquanto restrições para viagens domésticas foram mantidas.

A Lituânia suspendeu restrições de mobilidade dentro do país na semana passada, mas o governo descartou um plano anterior de reabrir shoppings na segunda-feira devido à propagação da cepa britânica.

Os maiores países da região mantiveram as restrições intactas por enquanto. A Polônia, com 38 milhões de habitantes e maior membro do Leste Europeu na UE, registrou um recorde de 954 mortes diárias na quinta-feira. O país decide nesta semana se vai estender as restrições além de 18 de abril. O Ministério da Saúde descreveu a situação dos hospitais como “ainda difícil”.

A Romênia não planeja nenhuma flexibilização antes de 1º de junho. O número de infecções diárias se estabilizou em cerca de 5 mil a 6 mil na semana passada, mas os hospitais ainda atendem um número recorde de pacientes em condições graves.

Alguns países enfrentam aumentos de novos casos semelhantes ao observado na República Tcheca no início deste ano. Autoridades querem evitar a repetição do erro quando reabriram lojas e pubs antes do Natal, o que foi rapidamente seguido por alta dos contágios.

“A situação na República Tcheca está melhorando significativamente, mas ainda temos números elevados”, disse Rastislav Madar, epidemiologista e membro do conselho consultivo do governo. “Precisamos ser prudentes e cautelosos. As coisas já foram apressadas várias vezes antes.”

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©2021 Bloomberg L.P.