Mercado fechado
  • BOVESPA

    113.282,67
    -781,69 (-0,69%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.105,71
    -358,56 (-0,70%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,94
    +0,64 (+0,87%)
     
  • OURO

    1.748,00
    -1,80 (-0,10%)
     
  • BTC-USD

    42.515,64
    -2.104,59 (-4,72%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.059,68
    -43,38 (-3,93%)
     
  • S&P500

    4.455,48
    +6,50 (+0,15%)
     
  • DOW JONES

    34.798,00
    +33,18 (+0,10%)
     
  • FTSE

    7.051,48
    -26,87 (-0,38%)
     
  • HANG SENG

    24.192,16
    -318,82 (-1,30%)
     
  • NIKKEI

    30.248,81
    +609,41 (+2,06%)
     
  • NASDAQ

    15.316,00
    +12,50 (+0,08%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2565
    +0,0315 (+0,51%)
     

Reforma do IR: Câmara reduz para 15% impostos sobre lucros e dividendos

·1 minuto de leitura
Receita Federal do Brasil
Texto-base recebeu 319 votos favoráveis e 140 contrários
(Getty Images)
  • Plenário da Câmara dos Deputados aprovou redução de 20% para 15% da alíquota de tributação sobre distribuição de lucros e dividendos.

  • Texto deve seguir para aprovação do Senado e, posteriormente, sanção do presidente Jair Bolsonaro.

  • Atualmente, lucros e dividendos são isentos de tributação. Reforma no IR deve mudar cenário, se aprovada, mas abre exceções para alguns casos.

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira, a redução da alíquota de tributação sobre a distribuição de lucros e dividendos para 15%. A proposta foi sugerida pela bancada dos Republicanos e altera o texto aprovado ontem, que previa imposto de 20%.

O trecho recebeu 319 votos favoráveis e 140 contrários. Atualmente, os lucros e dividendos são isentos de tributação, mas se a nova Reforma do Imposto de Renda for aprovada, a partir de janeiro de 2022 esse cenário deve mudar.

Leia também: 

Conforme noticiado pela InfoMoney, em alguns casos a isenção poderá ser mantida, como:

  1. Empresas coligadas com participação mínima de 10%;

  2. Controladoras e sociedades sob controle comum;

  3. Incorporadoras imobiliárias sujeitas ao regime especial de tributação;

  4. Entidades de previdência complementar e seguradoras;

  5. Empresas do Simples;

  6. Empresas do lucro presumido com faturamento inferior a R$ 4,8 milhões por ano.

O projeto de lei ainda seguirá para aprovação do Senado e, posteriormente, para sanção do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) – que, segundo o deputado Ricardo Barros (PP-PR), não vetará a redução. Caso os senadores modifiquem o texto, ele retorna novamente para verificação dos deputados.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos