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Refino de petróleo cresce 13,4% e supera desempenho pré-pandemia, diz ANP

Edifício-sede da ANP, no Rio de Janeiro (RJ)

SÃO PAULO (Reuters) - O volume de petróleo refinado no Brasil entre janeiro e maio cresceu 13,4% na comparação com o mesmo período do ano passado, com o país lidando para garantir o abastecimento diante de um mercado global de combustíveis mais apertado por impacto da guerra na Ucrânia, segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou na segunda-feira.

No período, 46,6 bilhões de litros foram refinados. Entre janeiro e maio de 2021, o volume tinha sido de 41,1 milhões.

Em maio, o país refinou 9,46 bilhões de litros, alta de 15,8% na comparação com maio de 2021. É o maior volume para o mês desde 2015 para maio.

O desempenho nos cinco primeiros meses deste ano supera o do mesmo período de 2019, antes da pandemia do coronavírus. Entre janeiro e maio daquele ano, o país refinou 41,4 milhões de metros cúbicos.

A Petrobras, que detém a maioria das refinarias do país, tem afirmado que está usando o máximo de sua capacidade considerando condições de segurança e rentabilidade, enquanto há preocupações sobre a oferta de diesel no segundo semestre.

Dos 46,6 milhões de metros cúbicos refinados, 40,6 milhões foram de óleo nacional e 4,7 milhões de óleo importado, representando, respectivamente, aumentos de 13,8% e 11,3% na comparação com 2021.

(Por Rafaella Barros)

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