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Refinarias da Índia buscam reduzir dependência do Oriente Médio

Debjit Chakraborty
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Refinarias da Índia, terceira maior importadora de petróleo, têm comprado mais cargas fora do Oriente Médio depois que o governo incentivou a diversificação de fornecedores devido ao forte controle da produção pela aliança Opep+.

Processadores da Índia estão acrescentando novos tipos e comprando mais petróleo dos EUA para reduzir a dependência do Oriente Médio, tradicional fornecedor do país. A HPCL-Mittal Energy se tornou o primeiro cliente indiano de petróleo da Guiana, enquanto a Mangalore Refinery & Petrochemicals Ltd. encomendou um carregamento de petróleo brasileiro do campo de Tupi pela primeira vez.

Com a expansão da demanda por energia, a Índia precisa ampliar as fontes de petróleo, mas a surpreendente decisão da Opep e aliados no início do mês de estender as restrições para a oferta irritaram o governo devido aos preços mais altos. Na Índia, que importa cerca de 90% de suas necessidades de petróleo, os preços nas bombas subiram para nível recorde neste ano. É mais um peso, pois a economia já sofre o forte impacto da pandemia de coronavírus.

As compras indianas de petróleo dos EUA mais que dobraram em janeiro na comparação mensal, segundo dados do governo. As sofisticadas refinarias do país podem processar quase todo tipo de petróleo, o que permite buscar novos fornecedores.

“No geral, as refinarias indianas têm sido bastante contínuas na diversificação de sua cesta de petróleo nos últimos anos”, disse Vandana Hari, fundadora da Vanda Insights, em Cingapura. “Embora possa haver algum capital político no anúncio da continuidade de diversificação, é um processo em andamento e continuará assim por razões comerciais.”

O petróleo Brent ultrapassou US$ 71 o barril no início do mês após a decisão da Opep+ de manter os limites de produção.

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