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Rede de tráfico de drogas que atuava no Aeroporto de Guarulhos é desarticulada

·2 minuto de leitura
(Arquivo) Aeroporto Internacional de Guarulhos, em Guarulhos, próximo a São Paulo, em 26 de maio de 2020

A Polícia Federal (PF) desmontou nesta terça-feira (18) uma rede de traficantes que enviava cocaína para Portugal, Holanda e África do Sul pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos, São Paulo, em uma operação com pelo menos 28 presos, vários deles funcionários do maior terminal aéreo do Brasil.

A operação Área Restrita II "permitiu desarticular uma organização criminosa voltada para o trafico de drogas que atuava no aeroporto de Guarulhos", onde malas contendo drogas eram contrabandeadas em aviões com destino a Lisboa, Amsterdã e Joanesburgo, disse em coletiva de imprensa o delegado Marcelo de Carvalho.

Mais de 1,5 tonelada de cocaína foram apreendidas desde o início das investigações, em novembro de 2019. A PF identificou ao menos 20 remessas com cargas que variavam de 30 a mais de 200 quilos.

A operação realizou mais de 50 batidas, durante as quais foram presas 28 pessoas, de um total de 34 procurados.

"Essa operação tem uma grande importância no combate ao trafico internacional de entorpecentes", pois usava como "ponto de saída de drogas" o Aeroporto de Guarulhos, que concentra "por volta de 60% dos voos internacionais que entram e saem" do Brasil, explicou Carvalho.

Os envolvidos são funcionários de empresas que prestam serviços de logística para o aeroporto e de algumas companhias aéreas. São pessoas "que tiveram acesso privilegiado, conhecimentos do sistema de segurança" e que se aproveitaram disso para "burlar a fiscalização", disse o delegado da PF.

A organização criminosa utilizava vários métodos para introduzir a droga: após a inspeção nos aparelhos de raio-X, retiravam as etiquetas das malas dos passageiros para colocá-las nas bagagens com cocaína que eram colocadas nos aviões.

A polícia também detectou falsos passageiros despachando bagagens, que depois eram encaminhadas para a aeronave por um segundo grupo da rede dentro da área restrita de carga.

A polícia, que encontra esse tipo de tráfico há muitos anos em Guarulhos, ressaltou que a operação é um golpe para os narcotraficantes que tentam alistar em aeroportos esse tipo de trabalhador, que ganha baixos salários, cerca de 1.500 reais por mês.

Nos últimos anos, o Brasil se tornou um importante ponto de trânsito de drogas destinadas principalmente à Europa, que saem de portos e aeroportos do país.

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