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Rede social conservadora Parler está de volta à Play Store

O Parler, rede social conservadora, foi aceita de volta na Google Play Store. Os usuários poderão voltar a baixá-la novamente, receber atualizações e fazer compras de itens pelo sistema de pagamento da loja. Até então, o download estava restrito ao site oficial do serviço, mas deve ser reestabelecido em algumas horas.

O aplicativo havia sido banido do mercado oficial de aplicativos do Android em janeiro de 2021, após o ataque ao Capitólio nos Estados Unidos. Na época, um porta-voz do Google disse que a remoção estava associada à falta de moderação para remover conteúdo impróprio, como aqueles que incitam a violência.

O CEO da Parler, George Farmer, comemorou a decisão no seu perfil oficial (Imagem: Captura de tela/Alveni Lisboa/Canaltech)
O CEO da Parler, George Farmer, comemorou a decisão no seu perfil oficial (Imagem: Captura de tela/Alveni Lisboa/Canaltech)

O programa é considerado um dos principais redutos dos apoiadores do ex-presidente Donald Trump e de pessoas alinhadas à chamada "extrema-direita". O retorno significa, em tese, que o Parler agora possui uma política de análise das publicações, com possíveis punições aos envolvidos.

A regra da Play Store exige que aplicativos com conteúdo gerado pelo usuário implementem práticas robustas para coibir publicações inadequadas. Além disso, é preciso ter ferramentas de denúncia com comprovação de medidas tomadas contra os violadores, como bloqueio ou remoção do app.

Parler precisou adicionar moderação

Segundo a Bloomberg, a Parler se movimentou para cumprir as políticas exigidas pelo Google. Posts que incitam à violência, por exemplo, agora são analisados e removidos. Ainda não está claro se os usuários mais conservadores gostaram da mudança nem se permanecerão no serviço.

A plataforma já havia retornado à loja de aplicativos do iOS em maio deste ano, de onde havia sido banida sob o mesmo argumento. Para o retorno ao marketplace da Apple, a Parler alegou ter incluído uma inteligência artificial capaz de ocultar conteúdo identificado como discurso de ódio.

A rede social ganhou destaque em 2020 por receber milhões de usuários vindos de plataformas mais populares, como o Twitter e o Facebook. O Parler se apresentou como um serviço sem censura nem o domínio de algoritmos, afirmando proteger o "direito constitucional à liberdade de expressão”.

Ontem (1), a rede social do ex-presidente Trump, chamada Truth, teve o pedido de ingresso na Play Store negado pelo Google. A solicitação de entrada estava pendente desde fevereiro, quando chegou oficialmente ao iOS, mas a gigante das buscas decidiu rejeitá-la devido à falta de políticas de moderação adequadas.

Fonte: Canaltech

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