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Rede Oncoclínicas pede registro para IPO

·1 minuto de leitura

Por Aluisio Alves

SÃO PAULO (Reuters) - A rede de clínicas de tratamento contra o câncer Oncoclínicas pediu nesta terça-feira registro para realizar oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), em busca de recursos para financiar planos de expansão.

Criada em 2010 em Belo Horizonte (MG), a companhia se apresenta como a maior rede privada da América Latina de tratamento no setor em receita, tendo 69 unidades, incluindo clínicas e laboratórios localizadas em 20 cidades no Brasil. Ela também tem um laboratório de bioinformática nos Estados Unidos.

No prospecto preliminar da oferta, a empresa afirma ter realizado mais de 1 milhão de consultas no ano passado, quando teve receita líquida de 2,04 bilhões de reais, alta de 20,4% sobre 2019, com a margem Ebitda subindo dois pontos, a 15,36%.

O crescimento dos últimos anos veio de uma combinação de crescimento orgânico e aquisições. Foram 17 desde 2016. A empresa diz também que relacionamentos de longo prazo com operadoras de saúde e a indústria farmacêutica (temos 28 parcerias e patrocínios ativos com farmacêuticas), que permite disponibilizar tecnologias de ponta e a preços menores.

A operação será conduzida pelo Goldman Sachs, controlador indireto da companhia, além de Itaú BBA, Citi, UBS-BB, Santander e JPMorgan. Fundos de investimento Josephina, que detêm em conjunto mais de 90% da empresa, venderão uma fatia no negócio.

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