Mercado fechado
  • BOVESPA

    125.052,78
    -1.094,22 (-0,87%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.268,45
    +27,95 (+0,06%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,17
    +0,10 (+0,14%)
     
  • OURO

    1.802,10
    +0,30 (+0,02%)
     
  • BTC-USD

    34.433,32
    +493,78 (+1,45%)
     
  • CMC Crypto 200

    786,33
    -7,40 (-0,93%)
     
  • S&P500

    4.411,79
    +44,31 (+1,01%)
     
  • DOW JONES

    35.061,55
    +238,15 (+0,68%)
     
  • FTSE

    7.027,58
    +59,28 (+0,85%)
     
  • HANG SENG

    27.321,98
    -401,82 (-1,45%)
     
  • NIKKEI

    27.548,00
    +159,80 (+0,58%)
     
  • NASDAQ

    15.091,25
    -6,75 (-0,04%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1225
    +0,0023 (+0,04%)
     

Recuperação de viagens áreas na Ásia pode levar anos

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- As viagens aéreas na Ásia podem levar outros três anos para se recuperarem totalmente do impacto da pandemia, uma desvantagem em relação à retomada em outras regiões que representa um grande obstáculo a refinarias que processam combustível de aviação.

A previsão é de que apenas em 2024 as viagens aéreas internacionais na região voltem ao nível pré-coronavírus, um ano após o tráfego global atingir esse marco, de acordo com a Associação Internacional de Transporte Aéreo. Da mesma forma, a consultoria Energy Aspects afirma que o consumo de combustível de aviação alcançará os volumes pré-pandemia apenas em 2023-2024.

O prazo mais longo destaca as dificuldades enfrentadas pela Ásia e as prováveis consequências para o combustível de aviação, uma parte tradicionalmente valorizada do mercado de derivados de petróleo. Baixas taxas de vacinação em muitos países, o desafio representado pela variante delta de rápida propagação e lockdowns persistentes atrasaram a recuperação, mesmo com os EUA e a Europa avançando. Tudo isso significa que a indústria de aviação da Ásia não deve oferecer apoio significativo às refinarias da região, que processam petróleo do Oriente Médio e de outros lugares em combustíveis.

Tanto a América do Norte quanto a Europa têm observado forte demanda na temporada de férias, e a União Europeia relaxou as regras de quarentena e de lockdowns, de acordo com Mayur Patel, diretor regional de vendas para o Japão e Ásia-Pacífico da OAG, uma empresa de análise do setor de aviação. “Infelizmente, o mesmo não pode ser dito da Ásia, onde o baixo nível de taxas de vacinação, lockdowns repentinos e regulamentações inconsistentes frustram qualquer tentativa real de recuperação”, disse.

Justo nesta semana, a Indonésia - maior economia do Sudeste Ásiático - ultrapassou a contagem de casos de Covid-19 diários da Índia, marcando um novo epicentro para a variante delta, vista como altamente contagiosa. A Malásia busca controlar um novo surto, enquanto Seul, na Coreia do Sul, impôs as restrições mais rigorosas desde o início da pandemia, e o Japão se prepara para sediar os Jogos Olímpicos sem espectadores.

O uso de combustível de aviação na Ásia respondeu por um terço do consumo global em 2019, de acordo com a Energy Aspects. Atualmente, os números gerais de voos da região - domésticos e internacionais - equivalem a 70% dos níveis pré-vírus, mas, se a China for excluída, correspondem a apenas 40%, de acordo com o analista George Dix. “Atualmente, esperamos que a demanda de jatos asiáticos não alcance os níveis pré-pandemia até 2023-2024, embora as viagens domésticas devam se recuperar em grande parte até o final de 2022.”

More stories like this are available on bloomberg.com

Subscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.

©2021 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos