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Recuperação do mercado de aço surpreende e setor prevê tombo menor em 2020

Ana Paula Machado
·2 minutos de leitura

Instituto Aço Brasil revisou previsão de queda no consumo aparente de -14,4% para -4,7%; expectativa de produção passou de -13,4% para -6,4% Mesmo com a pandemia, o setor siderúrgico no país vem se recuperando. O Instituto Aço Brasil (IABR) anunciou há pouco a revisão das estimativas para este ano. Segundo os novos dados, o consumo aparente deverá cair 4,7%, chegando a 19,99 milhões de toneladas. Em julho, na última revisão, a expectativa era de uma queda de 14,4%. Já a produção saiu de uma estimativa de recuo de 13,4% em julho para 6,4% em outubro. Pelos dados devem ser produzidos 30,49 milhões de toneladas. Segundo o presidente executivo do Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, as siderúrgicas voltaram a operar na mesma velocidade de janeiro de 2020, chegando a utilizar 63% da capacidade instalada de cerca de 58 milhões de toneladas. “Nesse momento todas as sinterizações estão funcionando das três que estavam paradas em função da crise. Além disso, dos 13 altos-fornos que foram desligados, somente seis ainda estão parados, mesmo assim, dois deles estão na usina de Cubatão que foi paralisado há mais tempo. Estimamos que devemos utilizar entre 70% e 75% da capacidade entre o fim deste ano e o início de 2021”, disse Mello Lopes. Marco Polo de Mello Lopes, presidente executivo da Aco Brasil, prevê utilização da capacidade acima de 70% Ana Paula Paiva/Valor Com essa retomada, a estimativa atual de vendas internas é de queda de 3,1% para 18,3 milhões de toneladas. A expectativa anterior era de recuo de 12,1%. Já as exportações devem apresentar um declínio de 10,7%, chegando a 11,44 milhões de toneladas. Anteriormente, a estimativa era de queda de 14,4%. Nas importações, o recuo deverá ser de 23,1% para 1,81 milhão de toneladas, antes a expectativa era de 34,8%.