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Recuperação econômica da China perde força no 2º trimestre

·2 minuto de leitura
Distrito Empresarial Central de Pequim

Por Kevin Yao e Gabriel Crossley

PEQUIM (Reuters) - A economia da China cresceu um pouco menos do que o esperado no segundo trimestre, pressionada pelos custos mais altos das matérias-primas e por novos surtos de Covid-19, conforme aumentam as expectativas de que as autoridades podem ter que fazer mais para sustentar a recuperação.

O Produto Interno Bruto expandiu 7,9% entre abril e junho sobre o mesmo período do ano anterior, mostraram dados oficiais nesta quinta-feira, contra expectativa de alta de 8,1% em pesquisa da Reuters com economistas.

O crescimento desacelerou de forma significativa ante o recorde de 18,3% no primeiro trimestre, quando a taxa anual foi fortemente afetada pela queda provocada pela Covid-19 no primeiro trimestre de 2020.

As vendas no varejo e a produção industrial cresceram de forma mais lenta em junho, com a indústria afetada por forte queda na produção de veículos motorizados, enquanto dados da agência também mostraram enfraquecimento do mercado imobiliário da China, importante motor do crescimento.

Mas os dados de atividade de junho ainda superaram as expectativas, garantindo algum alívio aos investidores preocupados com uma desaceleração depois de o banco central anunciar afrouxamento monetário na semana passada.

"Os números ficaram marginalmente abaixo de nossa expectativa e da expectativa do mercado, (mas) acho que o ímpeto ainda é bastante forte", disse o economista do UOB Woei Chen Ho.

"Nossa maior preocupação é a recuperação desigual que temos visto até agora, e para a China a recuperação no consumo doméstico é bastante importante...as vendas no varejo este mês foram fortes e isso pode aliviar algumas preocupações."

O crescimento médio no segundo trimestre em 2020 e 2021 foi de 5,5%, contra média de 5% para o primeiro trimestre, de acordo com a Agência Nacional de Estatísticas.

Na comparação trimestral, o PIB expandiu 1,3% entre abril e junho contra expectativa de alta de 1,2% em pesquisa da Reuters. A agência revisou para baixo o crescimento no primeiro trimestre sobre o quarto para 0,4%.

"A recuperação econômica doméstica é desigual", disse Liu Aihua, autoridade da agência. "Também precisamos ver que a epidemia global continua a evoluir, e existem muitas instabilidades externas e fatores de incerteza."

Os dados da agência mostraram que a produção industrial da China cresceu 8,3% em junho sobre o ano anterior, contra alta de 8,8% em maio. Economistas esperavam avanço de 7,8%.

As vendas no varejo avançaram 12,1% sobre o ano anterior em junho, contra expectativa de ganho de 11,0% depois de alta de 12,4% em maio.

(Reportagem adicional de Roxanne Liu)

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