Mercado fechado
  • BOVESPA

    111.183,95
    -355,84 (-0,32%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    46.377,47
    +695,28 (+1,52%)
     
  • PETROLEO CRU

    61,31
    +0,03 (+0,05%)
     
  • OURO

    1.712,80
    -3,00 (-0,17%)
     
  • BTC-USD

    50.667,24
    +2.201,72 (+4,54%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.013,80
    +25,70 (+2,60%)
     
  • S&P500

    3.819,72
    -50,57 (-1,31%)
     
  • DOW JONES

    31.270,09
    -121,43 (-0,39%)
     
  • FTSE

    6.675,47
    +61,72 (+0,93%)
     
  • HANG SENG

    29.880,42
    +784,56 (+2,70%)
     
  • NIKKEI

    29.149,77
    -409,33 (-1,38%)
     
  • NASDAQ

    12.641,00
    -40,75 (-0,32%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7759
    -0,0028 (-0,04%)
     

Recuperação da indústria da zona do euro perde força em janeiro mas ainda é forte, aponta PMI

Jonathan Cable
·1 minuto de leitura

Por Jonathan Cable

LONDRES (Reuters) - O crescimento da indústria da zona do euro permaneceu resiliente no início do ano mas o ritmo perdeu força em relação a dezembro diante de novas medidas de lockdown no continente, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês).

Com as infecções por coronavírus aumentando de novo na Europa, os países foram forçados a fechar várias atividades de serviços, deixando a indústria com a responsabilidade de sustentar a economia já que as fábricas permaneceram abertas.

O PMI final de indústria do IHS Markit para a zona do euro caiu a 54,8 em janeiro de 55,2 em dezembro, embora tenha ficado acima da preliminar de 54,7.

"A produção industrial da zona do euro do euro continuou a se expandir a um ritmo sólido no início de 2021, embora o crescimento tenha enfraquecido para o ritmo mais fraco desde que a recuperação começou conforme novas medidas de lockdown e escassez de oferta apresentam novos desafios para os produtores da região", disse Chris Williamson, economista-chefe do IHS Markit.

O subíndice de produção caiu a 54,6 de 56,3, ainda confortavelmente acima da marca de 50 que separa crescimento de contração.

Mas com a maior parte do setor de serviços devendo permanecer fechada por algum tempo, a perspectiva para a economia do bloco permanece obscura e levará até dois anos para que o PIB alcance níveis pré-Covid-19, segundo pesquisa da Reuters.