Mercado abrirá em 34 mins
  • BOVESPA

    119.646,40
    -989,99 (-0,82%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.125,71
    -369,70 (-0,81%)
     
  • PETROLEO CRU

    53,00
    -0,31 (-0,58%)
     
  • OURO

    1.870,60
    +4,10 (+0,22%)
     
  • BTC-USD

    32.616,60
    -885,50 (-2,64%)
     
  • CMC Crypto 200

    648,41
    -52,20 (-7,45%)
     
  • S&P500

    3.851,85
    +52,94 (+1,39%)
     
  • DOW JONES

    31.188,38
    +257,86 (+0,83%)
     
  • FTSE

    6.741,34
    +0,95 (+0,01%)
     
  • HANG SENG

    29.927,76
    -34,71 (-0,12%)
     
  • NIKKEI

    28.756,86
    +233,60 (+0,82%)
     
  • NASDAQ

    13.348,00
    +53,75 (+0,40%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4213
    +0,0133 (+0,21%)
     

Recuperação da crise na França pode ser melhor do que o esperado, diz presidente do BC

·1 minuto de leitura

PARIS (Reuters) - A crise econômica da França pode não ser tão ruim quanto previsto e a atividade na segunda maior economia da zona do euro pode retornar aos níveis pré-crise no início de 2022, disse o presidente do banco central do país.

François Villeroy de Galhau disse à revista Paris Match que o governo do presidente Emmanuel Macron deve gastar sabiamente para recuperar a confiança na economia. A confiança das famílias e do setor privado foi a chave para uma recuperação relativamente rápida, disse ele.

"Nossas previsões estimam uma queda de 10% no PIB este ano: pode ser um pouco melhor, com uma forte recuperação depois, para a economia recuperar um nível de atividade pré-Covid no início de 2022", disse Villeroy em entrevista publicada nesta quinta-feira.

O governo utilizou um pacote de crise no valor de 137 bilhões de euros, ou mais de 6% do Produto Interno Bruto, para amortecer o impacto imediato da epidemia e também se comprometeu a garantir 300 bilhões de euros em empréstimos bancários para ajudar a manter as empresas em atividade.

Após as férias de verão (no Hemisfério Norte), o governo apresentará um pacote de estímulo de 100 bilhões de euros para impulsionar a recuperação. As decisões de gastos precisariam ser inteligentes, disse Villeroy.