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Recuo de patrocinadores na Copa América foi precaução desnecessária, diz Roberto Justus

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*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 24.04.2019 - Retrato do empresário Roberto Justus. (Foto: Adriano Vizoni/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 24.04.2019 - Retrato do empresário Roberto Justus. (Foto: Adriano Vizoni/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - As decisões em série da Mastercard, da Ambev e da Diageo de suspender a exposição de suas marcas no meio da polêmica da Copa América no Brasil não é consenso entre publicitários.

Roberto Justus vê como uma precaução desnecessária o movimento dos patrocinadores para se distanciarem do evento. Para ele, a tendência é que a polêmica em torno do campeonato se dissolva quando começarem as partidas.

“Não precisaria fazer isso. A Copa América virou tóxica? Uma vez que a discussão política aprovou, o Supremo aprovou, e o negócio vai acontecer, o Brasil vai ter torcida. As pessoas gostam de ver futebol”, diz ele.

Justus ressalva que sua opinião não é política. Diz que está chateado com a forma como o governo está conduzindo a pandemia e a vacinação, mas avalia que a decisão de sediar a Copa América foi acertada porque está alinhada com a realização de outros eventos esportivos por aqui.

“Com tudo acontecendo [Libertadores, Copa Sul-Americana e Pan-Americano de Ginástica no Rio], a Copa América virou o espalhador de vírus, e parece até que foi liberada sem protocolo. Não tem cabimento”, diz o empresário.