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Receita Federal quer apreender R$ 1 bilhão de produtos ilegais em SP

Black Friday, Copa do Mundo de 2022 e compras de finais de ano têm deixado os comerciantes esperançosos por uma retomada da economia nos três últimos meses desta temporada, marcada recessão e pela baixa nas maiores empresas do ramo. Para proteger o setor nacional e os próprios consumidores, a Receita Federal vem realizando várias ações desde o começo do ano, e, nesta segunda-feira (7) deflagrou a Operação Krampus, a maior de combate ao contrabando já realizada no País.

A Operação Krampus acontece na região central da capital paulista, conhecida por ser um dos mais principais pontos nacionais de comércio de mercadorias irregulares oriundas de contrabandos, desvios e falsificações. Segundo a Receita Federal, os produtos ilegais partem do centro de São Paulo e abastecem todo o Brasil, o que gera um prejuízo de bilhões de reais por ano, por conta razão da sonegação de impostos e da concorrência desleal. Além disso, a venda de produtos ilegais também está associada à lavagem de dinheiro, à corrupção, ao trabalho escravo e a danos à saúde pública, de acordo com órgão.

Operação Krampus teve o apoio de marcas como Adidas, Gucci, Louis Vuitton, Mizuno, New Era, Nike, Versace, entre outras. (Imagem: Divulgação/Receita Federal)
Operação Krampus teve o apoio de marcas como Adidas, Gucci, Louis Vuitton, Mizuno, New Era, Nike, Versace, entre outras. (Imagem: Divulgação/Receita Federal)

Na manhã de segunda, a operação apreendeu centenas de toneladas de produtos ilegais na cidade de São Paulo, e foi realização em ação conjunta entre a Receita Federal, a Prefeitura Municipal e a Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo. Por enquanto, as atividades, que devem durar várias semanas, confiscaram mercadorias centenas de itens, e a expectativa é que a varredura alcance algo perto de R$ 1 bilhão em material comercializado sem o devido registro e impostos pagos.

A operação inicial se concentrou em dois shoppings de grande porte da região central de São Paulo, um na Sé e outro no Brás. Ao todo, participam da ação 40 servidores da Receita Federal, 50 guardas civis metropolitanos e 90 integrantes das equipes de remoção das Subprefeituras da Sé e da Mooca.

Fonte: Canaltech

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