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Receita Federal dos EUA bate recorde em criptomoedas aprendidas

Prédio da Receita Federal dos EUA.
Prédio da Receita Federal dos EUA.

A unidade de investigação criminal da Receita Federal dos EUA publicou seu relatório anual nesta quinta-feira (3). Como destaque, a agência afirma que bateu recorde na apreensão de criptomoedas, mas quer estar ainda mais preparada para os próximos anos.

“Enquanto navegamos pela etapa final de uma pandemia global, apreendemos quantidades recordes de dados e criptomoedas.”

Como destaque, o documento cita alguns casos grandes como a prisão de duas pessoas envolvidas na Bitqyck, esquema que arrecadou US$ 24 milhões das vítimas, bem como a derrubada do maior mercado darknet, a Hydra, em um esforço cooperativo global.

Na sequência, também cita a maior apreensão de bitcoin da história. No total, 94.636 BTC (R$ 10 bi) foram apreendidos de um casal acusado de hackear a Bitfinex em 2016. Por fim, a extradição de Alexander Vinnik, fundador da extinta corretora BTC-e, aparece no relatório.

Um agente especial de crimes cibernéticos usando ferramentas e softwares especializados de rastreamento de criptomoedas. Fonte: IRS/Reprodução.
Um agente especial de crimes cibernéticos usando ferramentas e softwares especializados de rastreamento de criptomoedas. Fonte: IRS/Reprodução.

Números da Receita Federal dos EUA chamam atenção

Contando com cerca de 900 profissionais e mais de 2.000 agentes especializados, a Receita Federal americana conseguiu chegar a uma taxa de condenação de 90% nos casos investigados.

“Nossa equipe segue o dinheiro”, disse Jim Lee, chefe da divisão da Investigação Criminal da Receita Federal.

“Fazemos isso há mais de 100 anos, seguimos criminosos na dark web e agora também no metaverso. Impostos e outros crimes financeiros não conhecem fronteiras. Se você violar a lei e acabar na mira de um agente especial do IRS-CI, provavelmente será preso.”

Dados anuais da Receita Federal dos EUA. Fonte: IRS/Reprodução.
Dados anuais da Receita Federal dos EUA. Fonte: IRS/Reprodução.

Como destaque, o relatório nota que o uso de criptomoedas para transações ilegais cresceu, aumentando as investigações no setor. No total, a agência confiscou o equivalente a US$ 4 bilhões (R$ 20 bi) em criptomoedas apenas em 2022.

Na sequência, nota que em 2022 modernizará suas práticas investigativas, reunindo agentes especiais, cientistas da computação e analistas para combater crimes sofisticados. Neste ponto, a Receita Federal cita novos desafios nas áreas de dark web e criptomoedas.

Por fim, podemos esperar que a agência americana tenha cada vez mais recursos para investigar crimes relacionados às criptomoedas, tanto em equipe quanto em ferramentas. Portanto, o ano de 2023 promete ser ainda mais duro para criminosos que mancham a imagem desta crescente indústria.

Fonte: Livecoins

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