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Rebeldes iemenitas afirmam que lançaram foguetes contra Riad e ameaçam com mais ataques

·2 minuto de leitura
Simpatizantes dos rebeldes huthis protestam contra a coalizão liderada pela Arábia Saudita em Sanaa em 26 de fevereiro de 2021

Os rebeldes huthis do Iêmen, que tem o apoio do Irã, afirmaram neste domingo que lançaram mísseis contra Riad, a capital da vizinha Arábia Saudita, e ameaçaram executar novos ataques contra o reino saudita.

"A operação foi executada com mísseis balísticos e 15 drones (...) contra alvos sensíveis da capital inimiga, Riad", afirmou o porta-voz dos huthis iemenitas, Yahya al Saree, segundo canal de televisão rebelde Al Masirah.

"Nossas operações prosseguirão (...) enquanto continuar a agressão e o cerco ao nosso país", completou.

Na madrugada de domingo, a Arábia Saudita - que lidera uma coalizão que apoia o governo do Iêmen na luta contra os rebeldes - afirmou ter interceptado um míssil balístico huthi direcionado cotra Riad, segundo a agência oficial SPA.

Fragmentos do míssil caíram em vários bairros de Riad e danificaram ao menos uma casa, mas não há informações sobre vítimas, anunciou o canal de televisão público Al Ekhbariya.

Correspondentes da AFP e moradores de Riad ouviram muitas explosões fortes.

De acordo com a coalizão liderada pelos sauditas, seis drones lançados pelos huthis contra o sul do país também foram interceptados.

Tudo isso acontece em coincidência com uma ofensiva dos huthis em Marib, uma província iemenita muito rica em petróleo que é o último reduto das forças pró-governo no norte do Iêmen.

Os rebeldes controlam grande parte do norte do país, incluindo a capital, Sanaa.

Os huthis, que tentam há mais de um ano assumir o controle de Marib, retomaram em 8 de fevereiro a ofensiva na província.

Também neste domingo, cinco civis, incluindo crianças, morreram em um bombardeio na cidade de Hodeida, uma localidade estratégica próxima do Mar Vermelho.

O governo e os rebeldes huthis trocaram acusações sobre o ataque.

A guerra no Iêmen, o país mais pobre da península arábica, começou em 2014 e provocou dezenas de milhares de mortes, além de levar milhões de pessoas a passar fome ou a deslocamentos forçados.

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