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Reajuste a servidores segue indefinido e prazo é exíguo, diz secretário do Tesouro e Orçamento

Pessoas protestam contra medidas econômicas do governo em frente à sede do Ministério da Economia em Brasília

BRASÍLIA (Reuters) - O governo ainda não definiu qual será o reajuste salarial concedido aos servidores públicos federais e o prazo está ficando cada vez mais exíguo, disse nesta sexta-feira o secretário especial do Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Esteves Colnago.

Em entrevista para detalhar as projeções fiscais para o ano, Colnago disse que eventual aumento linear de 5% a todo o funcionalismo custaria 6,3 bilhões de reais para servidores do Executivo, além de 1,6 bilhão de reais para Legislativo e Judiciário.

Embora ressalte que o martelo não está batido sobre esse percentual, o secretário apresentou uma projeção que aponta uma elevação na despesa com pessoal em 2022 de 3,52% para 3,58% do Produto Interno Bruto (PIB) se o reajuste de 5% for oficializado.

“O prazo está ficando cada vez mais exíguo (para decidir o reajuste a servidores). Estamos nos preparando para sermos céleres em havendo decisão”, disse.

Segundo ele, se houver a decisão pelos 5%, o governo precisará encaminhar ao Congresso um projeto de lei prevendo o reajuste e outro projeto para remanejar o Orçamento. As medidas precisarão estar validadas pelo Legislativo até o fim de junho, prazo máximo previsto em lei para a oficialização dos aumentos.

A mobilização de servidores vem sendo ampliada, com adesão de novas categorias. Além dos servidores do Banco Central, que já estão em greve, carreiras do Tesouro e da Controladoria-Geral da União aprovaram início da paralisação por tempo indeterminado a partir da próxima semana.

Na entrevista, Colnago afirmou que todo movimento grevista é preocupante, ponderando que tem observado responsabilidade dos servidores em preservar serviços essenciais.

(Por Bernardo Caram)

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