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Razer volta atrás e desconsidera máscara gamer Zephyr como N95

·2 min de leitura

No lançamento da máscara gamer Zephyr Pro, a Razer mencionou que o item possui "filtros padrão N95" para proteção contra covid-19. No entanto, após ser acusada pela youtuber Naomi Wu de exercer "marketing enganoso", a empresa precisou tirar todas as referências a esse padrão de filtragem que acompanhavam as descrições do produto nos sites.

A Razer usava o termo N95 para descrever a filtragem e a eficácia de seus filtros substituíveis, devido à sua eficiência de filtragem bacteriana de 99%. No entanto, conforme a youtuber explica em uma publicação nas redes sociais, N95 é uma certificação oficial do Instituto Nacional de Segurança e Saúde Ocupacional dos EUA para respiradores que filtram pelo menos 95% das partículas transportadas pelo ar. O termo diz respeito à máscara inteira, não apenas a parte dela.

Em entrevista ao portal norte-americano Engadget, um porta-voz da Razer revelou o posicionamento diante da repercussão: “O wearable por si só não é um dispositivo médico, nem certificado como uma máscara N95. Para evitar qualquer confusão, estamos removendo todas as referências ao filtro N95 de nosso material de marketing".

A empresa também anunciou a mudança no Twitter: "Recebemos orientação de agências regulatórias para estabelecer nossos protocolos de teste para [as máscaras] Zephyr e Zephyr Pro. (...) Não são dispositivos médicos, respiradores, máscaras cirúrgicas ou equipamentos de proteção individual (EPI) e não devem ser utilizadas em ambientes médicos ou clínicos".

Fonte: Canaltech

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