Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.487,88
    +1.482,66 (+1,39%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.518,30
    +228,39 (+0,45%)
     
  • PETROLEO CRU

    110,35
    +0,46 (+0,42%)
     
  • OURO

    1.845,10
    +3,90 (+0,21%)
     
  • BTC-USD

    29.907,00
    +350,21 (+1,18%)
     
  • CMC Crypto 200

    650,34
    -23,03 (-3,42%)
     
  • S&P500

    3.901,36
    +0,57 (+0,01%)
     
  • DOW JONES

    31.261,90
    +8,77 (+0,03%)
     
  • FTSE

    7.389,98
    +87,24 (+1,19%)
     
  • HANG SENG

    20.717,24
    +596,56 (+2,96%)
     
  • NIKKEI

    26.739,03
    +336,19 (+1,27%)
     
  • NASDAQ

    11.838,00
    -40,25 (-0,34%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,1528
    -0,0660 (-1,26%)
     

Rajadas rápidas de rádio podem ser “grito final” de planetas sendo despedaçados

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·2 min de leitura
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.

As rajadas rápidas de rádio (ou “FRBs”, na sigla em inglês), podem vir de planetas em fragmentação enquanto se movem pertinho de suas estrelas. É o que propõe um novo estudo liderado por Yong-Feng Huang, da Nanjing University, na China, junto de outros colegas. Eles sugerem que as FRBs podem vir de estrelas de nêutrons extremamente densas interagindo com planetas na órbita delas.

As FRBs são intensas emissões de rádio que, como o nome indica, não duram mais que alguns milissegundos. Elas foram identificadas pela primeira vez em 2007 em meio a dados arquivados, e os astrônomos vêm tentando descobrir o que está por trás dessas rajadas. Agora, no novo estudo, Huang e seus colegas levantam a hipótese de que as rajadas venham das interações entre planetas e estrelas de nêutrons, formadas por estrelas colapsadas.

Estrelas de nêutrons com rápida rotação já foram consideradas possíveis origens das rajadas rápidas de rádio (Imagem: Reprodução/SETI)
Estrelas de nêutrons com rápida rotação já foram consideradas possíveis origens das rajadas rápidas de rádio (Imagem: Reprodução/SETI)

Neste caso, os planetas em questão estariam se aproximando demais delas ao longo de suas órbitas elípticas. Como as estrelas de nêutrons têm altíssima densidade, aqueles mundos acabariam rompidos pelas interações gravitacionais, sendo esticados, distorcidos e perdendo porções inteiras de suas superfícies. Após o rompimento, os pesquisadores acreditam que o vento estelar emitido pela estrela pode interagir com os fragmentos, criando fortes emissões de rádio.

Caso o fragmento do planeta pareça passar em frente à estrela sob a nossa perspectiva na Terra, é possível que o vejamos como uma rajada rápida de rádio. Cada rajada do sinal das FRBs pode ser causada por estes fragmentos interagindo com o vento da estrela de nêutrons e, após cada interação, o que sobrar segue em órbita ao redor da estrela; só que, desta vez, o movimento ocorre fora da perspectiva da Terra, de modo que não é possível observar a interação novamente.

A equipe comparou as rajadas com duas origens conhecidas: a primeira descoberta, que se repete a cada 160 dias, aproximadamente, e uma mais recente, com repetição a cada 16 dias. A equipe descobriu que o cenário com a fragmentação do planeta pode explicar a frequência de repetições e a intensidade delas. Ainda há um longo caminho à frente até os astrônomos determinarem definitivamente o que causa as FRBs, e esta hipótese dos autores pode ajudar a esclarecer o mistério.

O artigo foi publicado na revista The Astrophysical Journal.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos