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"Radicalização" do novo Parlamento francês preocupa imprensa e europeus

A grave crise política enfrentada pelo presidente Emmanuel Macron, depois de perder a maioria parlamentar nas eleições legislativas, é a principal manchete das revistas semanais francesas. Com as imagens de Marine Le Pen e Jean-Luc Mélenchon nas capas das publicações – os dois líderes de oposição que infligiram uma derrota inédita ao poder Executivo –, alguns editorialistas descrevem um país com "um Parlamento radicalizado e perigoso para a estabilidade da União Europeia".

A coligação de esquerda Nupes, que vai dos radicais aos verdes, elegeu 163 deputados em 19 de junho, enquanto a extrema direita obteve 89 das 577 cadeiras da Assembleia Nacional. Somados, os números de parlamentares da oposição são suficientes para obstruir as reformas do Executivo, que teve sua base reduzida a 245 assentos. Macron precisa encontrar 44 vozes no plenário para aprovar os projetos de lei do governo.

Com a manchete de capa "A tragédia francesa" e um editorial intitulado "Macron enfraquecido, a Europa em pânico", a revista Le Point recorda que os partidos de extrema esquerda A França Insubmissa e de extrema direita Reunião Nacional têm orientação anti-União Europeia e pró-Rússia. "O que será do apoio à Ucrânia, com esses deputados 'compreensivos' em relação a Vladimir Putin?", questiona a revista.

"A situação da França está pior do que na Itália, porque os franceses não estão acostumados a uma cultura de compromisso e não apreciam governos de coalizão", destaca a L'Express.


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