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Ração ficará mais cara no segundo semestre

·2 min de leitura
Ração já subiu 22,9% no acumulado de 12 meses
Ração já subiu 22,9% no acumulado de 12 meses
  • Nos últimos 12 meses ração já acumulou uma inflação de 22,9%;

  • Insumos agrícolas e pecuários são a principal causa do aumento;

  • Setor vem sofrendo para baixar custos desde 2021.

O preço da ração para animais de estimação irá aumentar no segundo semestre deste ano, afirmam empresas do setor. O segmento vem sofrendo com alta no custo dos insumos desde 2021 e espera-se que, à medida que o conflito na Ucrânia continue, os preços sigam subindo.

Inclusive, de acordo com dados do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em março, o setor registrou um aumento de 22,90% nos últimos 12 meses, o dobro do que foi sentido pelo setor de alimentação e bebidas para seres humanos, que marcou um avanço de 11,62% no mesmo período.

De acordo com Nelo Marraccini, presidente do conselho consultivo Instituto Pet Brasil (IPB), os principais causadores desse aumento são o aumento no preço das matérias primas agrícolas e pecuárias utilizadas na produção da ração, como carne, peixe, frango, soja, milho, trigo, arroz e óleo.

Os insumos apresentaram uma grande inflação causada por diversos motivos, como problemas na safra causadas pelas mudanças climáticas, até o conflito entre a Rússia e a Ucrânia. Ambas são nações que exportam bastante grãos no mercado internacional, o que colocou pressão nesses commodities e alavancou os preços. Além disso, a Rússia é um grande exportador de fertilizantes para o Brasil.

"A gente faz o possível para reduzir custos, mas tudo está aumentando, desde a embalagem até a matéria-prima. As empresas não têm o que fazer, a não ser subir os valores aos poucos", disse Marraccini.

Segundo a IPB, uma família com um ou dois animais pode realizar a troca da ração por uma mais barata sem sentir tanto o peso no bolso. No entanto, famílias com mais animais, ou ONGs e santuários são os que mais sofrem para conseguir realizar os pagamentos.

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