Mercado fechado
  • BOVESPA

    99.621,58
    -969,83 (-0,96%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.061,61
    -373,84 (-0,77%)
     
  • PETROLEO CRU

    109,49
    -0,29 (-0,26%)
     
  • OURO

    1.820,20
    +2,70 (+0,15%)
     
  • BTC-USD

    20.095,77
    -246,19 (-1,21%)
     
  • CMC Crypto 200

    432,21
    -7,46 (-1,70%)
     
  • S&P500

    3.818,83
    -2,72 (-0,07%)
     
  • DOW JONES

    31.029,31
    +82,32 (+0,27%)
     
  • FTSE

    7.312,32
    -11,09 (-0,15%)
     
  • HANG SENG

    21.996,89
    -422,08 (-1,88%)
     
  • NIKKEI

    26.697,44
    -107,16 (-0,40%)
     
  • NASDAQ

    11.677,00
    -14,00 (-0,12%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,4302
    +0,0196 (+0,36%)
     

Rússia precisou desviar nave de lixo espacial gerado por seu teste antissatélite

Na noite do dia 16 junho, uma espaçonave de carga russa precisou realizar uma manobra para se desviar de lixo espacial, gerados por um teste de míssil antissatélite realizado pela própria Rússia no ano passado. A notícia foi divulgada pelo diretor da agência espacial russa (Roscosmos), Dmitry Rogozin, pelo Telegram.

A nave Progress MS-20 foi lançada no dia 3 de junho a partir do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, para transportar uma nova remessa de suprimentos à Estação Espacial Internacional (ISS). O cosmonauta Sergey Korsakov, a bordo da ISS, fez um vídeo da manobra da nave.

No ano passado, o teste destruiu o antigo satélite Kosmos-1408, lançado pela então União Soviética durante a década de 1980. A atividade gerou mais de 1.500 fragmentos e os astronautas a bordo da ISS precisaram se abrigar em suas naves por conta do risco de impacto com a nuvem de detritos.

Não é nada comum o diretor da Roscosmos reconhecer sua culpa, confirmando a relação dos detritos com o teste russo. Assim como os EUA, a Rússia tem sido uma fonte detritos ao longo das últimas décadas e a atividade do ano passado chamou grande atenção ao problema do lixo espacial.

Na época, autoridades norte-americanas condenaram a operação russa, alegando o risco não apenas para os astronautas dos EUA, mas também os cosmonautas. Embora a Rússia tenha alegado que o teste teve uma “precisão cirúrgica” e não apresentaria uma ameaça, a recente manobra da nave revela o oposto.

Especialistas em sustentabilidade do espaço próximo à Terra temem que a grande quantidade de lixo produza a chamada Síndrome de Kessler: uma órbita tão congestionada de detritos que qualquer colisão, por menor que seja, pode criar um efeito cascata, com uma colisão levando à outra, com imenso potencial destrutivo para qualquer coisa em órbita.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos