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Rússia lança mais um módulo para a Estação Espacial Internacional

·2 min de leitura

Durante a madrugada desta quarta-feira (24), a Rússia lançou um foguete Soyuz, levando em seu interior uma nave cargueira Progress modificada e o novo módulo russo Prichal (cujo nome significa “porto”, em russo), que será acoplado à Estação Espacial Internacional (ISS). O módulo conta com cinco portas de acoplagem para acomodar naves variadas. O lançamento aconteceu às 10h06 no horário de Brasília, a partir das instalações do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão.

A Roscosmos, agência espacial russa, confirmou a separação da nave e do terceiro estágio do foguete. Segundo a NASA, a nave e o módulo chegaram à órbita em segurança e seguem com destino à ISS. A Progress transportará o módulo e ambos devem chegar à ISS somente na sexta-feira (26), por volta das 12h26, no horário de Brasília. Depois, o Prichal será acoplado autonomamente ao módulo Nauka, também da Rússia.

Este novo componente da estação é um módulo esférico de 4 toneladas, que mede aproximadamente 13 metros cúbicos — para comparação, as naves Dragon, da SpaceX, têm 9,3 metros cúbicos de volume pressurizado. O Prichal conta com seis portas de acoplagem e uma ficará conectada ao Nauka, na porta voltada para a Terra. As demais ficarão disponíveis para outras naves que forem às estações.

Desta forma, as demais portas poderão ajudar a expandir as capacidades técnicas e operacionais da infraestrutura orbital do segmento russo da estação. Além disso, o Prichal pode ajudar também a delinear voos espaciais futuros além da ISS, já que as aplicações do novo componente incluem testes de arquitetura para possíveis assentamentos permanentes no espaço.

O Prichal é o segundo módulo russo que chega ao laboratório orbital em menos de quatro meses — o anterior foi o Nauka, acoplado à estação no fim de julho com alguns “sustos”. É que, após finalizar a acoplagem, os propulsores do módulo foram acionados subitamente, afetando a orientação da estação; posteriormente, Vladimir Solovyov, diretor de voo do segmento russo da estação, confirmou que o incidente foi causado por um erro de software.

Fonte: Canaltech

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