Mercado fechará em 4 h 32 min
  • BOVESPA

    122.918,20
    +1.116,99 (+0,92%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.356,31
    +160,88 (+0,31%)
     
  • PETROLEO CRU

    68,77
    +0,62 (+0,91%)
     
  • OURO

    1.803,70
    -10,80 (-0,60%)
     
  • BTC-USD

    39.195,24
    -112,47 (-0,29%)
     
  • CMC Crypto 200

    977,04
    +1,15 (+0,12%)
     
  • S&P500

    4.422,14
    +19,48 (+0,44%)
     
  • DOW JONES

    34.999,03
    +206,36 (+0,59%)
     
  • FTSE

    7.115,73
    -8,13 (-0,11%)
     
  • HANG SENG

    26.204,69
    -221,86 (-0,84%)
     
  • NIKKEI

    27.728,12
    +144,04 (+0,52%)
     
  • NASDAQ

    15.147,00
    +73,50 (+0,49%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1136
    -0,0047 (-0,08%)
     

Rússia falha repetidamente em fornecer dados da Sputnik aos reguladores; entenda

·1 minuto de leitura

Inúmeras vezes, os desenvolvedores da vacina russa contra COVID-19 Sputnik V deixaram de fornecer dados importantes que agências reguladoras exigem no processo de aprovação. A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) já chegou a adiar a avaliação da segurança e da eficácia do imunizante, porque um prazo não foi cumprido.

Até o início de junho, a EMA mal havia recebido dados de produção, e os dados clínicos que recebeu estavam incompletos. Sem falar que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) rejeitou pedidos de importações da Sputnik V por falta de dados que garantissem sua segurança, qualidade e eficácia.

Mas no mês passado, a Anvisa deu uma aprovação condicional a importações da Sputnik V. As condições impostas "visam superar as lacunas de informação no processo e garantir condições mínimas de segurança e qualidade da vacina".

(Imagem: rawf8/envato)
(Imagem: rawf8/envato)

Entre as informações clínicas ausentes, estão formulários de relatos de casos que registram quaisquer efeitos adversos sentidos por participantes de testes depois de receberem a vacina. Também não ficou claro como os cientistas monitoraram os resultados das pessoas que receberam o placebo durante os estudos.

Paralelo a isso, o Russian Direct Investment Fund (RDIF) e o Serum Institute of India (SII) divulgaram planos para começar a produzir a Sputnik V na Índia a partir de setembro. Há, por enquanto, negociações com o governo indiano sobre a possibilidade de exportar algumas doses produzidas sob o acordo para países terceiros.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos