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Rússia enfrenta recorde de mortes por causa da variante Delta

·2 minuto de leitura

A variante Delta tem preocupado os especialistas, como já constatamos aqui no Canaltech. E na Rússia, a situação é ainda mais delicada, uma vez que a variante em questão foi responsável por um recorde de mortes no país nesta terça (29), com 652 mortes por COVID-19 e 20 mil casos nas últimas 24 horas.

A variante Delta é uma das quatro cepas de preocupação global, sendo a mais contagiosa, além de reduzir a eficácia das vacinas contra a COVID-19. Quase 90% dos novos casos em Moscou são provocados pela variante, e a cidade está atualmente com 75% dos leitos para COVID-19 ocupados.

Com isso em mente, a capital russa voltou a determinar o trabalho remoto, passou a obrigar a vacinação de funcionários de determinados setores e permitir a entrada em restaurantes apenas mediante apresentação da carteira de vacinação.

Enquanto isso, a Austrália está implementando um lockdown: seus quase 10 milhões de habitantes receberam ordem do governo de cumprir um confinamento. Tudo graças ao aumento no número de casos. Sydney (sudeste), Darwin (norte) e Perth (oeste) já estão em lockdown. Agora, residentes de Brisbane (leste) e de várias áreas do estado de Queensland entram em isolamento por pelo menos três dias.

(Imagem: Gerd Altmann/Pixabay)
(Imagem: Gerd Altmann/Pixabay)

Mas uma coisa que a Rússia e a Austrália enfrentam em comum: uma vacinação lenta contra a COVID-19. A Rússia é o 14º país que mais aplicou doses de vacinas contra COVID-19 no mundo, segundo o "Our World in Data"; e na Austrália, o primeiro-ministro Scott Morrison anunciou que a vacinação será obrigatória para funcionários de instituições que cuidam de idosos e dos centros de quarentena. Quase 7,4 milhões de doses foram administradas no país da Oceania, mas o governo tem sido criticado por não divulgar o número de pessoas totalmente vacinadas.

Fonte: Canaltech

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