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Rússia adia para 2022 sua primeira missão lançada à superfície lunar em 45 anos

·2 minuto de leitura

A missão Luna-24 foi lançada pela União Soviética em 1976 para pousar na Lua, coletar amostras e retorná-las à Terra. Hoje, passados mais de 40 anos, a retomada da exploração lunar por parte da Rússia estava programada para acontecer em outubro deste ano, com o lançamento da missão Luna-25. Entretanto, nesta terça-feira (24), a agência espacial russa Roscosmos anunciou que o lançamento da missão, que aconteceria no dia 1 de outubro, foi adiado para maio de 2022 devido a problemas identificados durante os testes da sonda.

De acordo com Alexander Shirshakov, engenheiro-líder da NPO Lavochkin, uma das maiores empresas aeroespaciais do país, essa mudança aconteceu porque é preciso mais tempo para a finalização de testes da sonda. "Encontramos certos problemas durante os testes", explicou ele, em entrevista. "Um sistema de pouso seguro é de importância crucial, e estamos trabalhando no sistema de pouso suave para a Luna 25". Assim, o lançamento foi adiado para a segunda janela de lançamentos possível, que se inicia em maio do ano que vem.

A Luna 25 durante a etapa de montagem (Imagem: Reprodução/Roscosmos)
A Luna 25 durante a etapa de montagem (Imagem: Reprodução/Roscosmos)

A Luna-25 será lançada para investigar o polo sul lunar com foco no gelo subterrâneo existente por lá. Segundo Lev Zelenyi, consultor científico do Instituto Russo de Pesquisa Espacial, este é só o começo, já que nosso satélite natural será o foco do programa do país para a próxima década. Assim, esta será a primeira de uma série de diversas missões: entre 2023 e 2024, a Roscosmos pretende lançar a Luna 26, que terá um orbitador para detectar anomalias magnéticas e gravitacionais por lá. Já a Luna 27 tem lançamento estimado para 2025, e a Luna 28 segue, por enquanto, sem previsão para seu lançamento.

Hoje, a Rússia é mais um dos países a integrar uma corrida pelo envio de missões ao nosso satélite natural, e essa disputa ficou ainda mais acirrada com a missão chinesa Chang’e 5 que, em dezembro de 2020, trouxe para a terra as primeiras amostras lunares coletadas desde 1976. Já os Estados Unidos planejam levar os próximos astronautas — e, desta vez, a primeira mulher — à superfície lunar em 2024, por meio do programa Artemis. Em paralelo, russos e chineses vêm somando forças em empreitadas variadas, incluindo uma estação conjunta construída na superfície lunar.


Fonte: Canaltech

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