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Questionados sobre Cracolândia, candidatos criticam ‘bolsa crack do PT’ e citam ‘cristolândia’

Anita Efraim
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Brazilian Federal Deputy Joice Hasselmann reacts during a meeting of the committees of the Constitution, Justice and Citizenship (CCJ) in Brasilia, Brazil April 9, 2019. REUTERS/Adriano Machado
Candidata do PSL, Joice Hasselmann, citou 'cristofobia' como solução (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

Os candidatos à prefeitura de São Paulo participaram do primeiro debate eleitoral na noite desta quinta-feira, 1º, na Bandeirantes.

No primeiro bloco, Bruno Covas (PSDB), Joice Hasselman (PSL), Jilmar Tatto (PT), Orlando Silva (PCdoB) e Andrea Matarazzo (PSD) foram questionados sobre a Cracolândia e o que fariam para mudar a realidade do local.

Enquanto Tatto falou em voltar com o programa do ex-prefeito Fernando Haddad, Braços Abertos, e criticou a gestão de Covas e Doria na região, o tucano e Joice Hasselmann falaram sobre o “bolsa crack”, em referência ao programa petista. A candidata do PSL ainda falou sobre a “cristolândia”, isto é, as pessoas ajudadas por igrejas para deixarem as drogas. Para a candidata, essa seria uma boa solução para a região.

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O tema de ajuda a pessoas em situação de rua está em pauta desde o conflito entre o padre Julio Lancellotti, da Pastoral do Povo de Rua, e o candidato Arthur do Val (Patriota). Ele, no entanto, não teve oportunidade responder a essa pergunta.

Orlando Silva usou parte do tempo de resposta para criticar o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na gestão durante a pandemia do novo coronavírus.