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Quer usar o Clubhouse? Cuidado com os golpes dos cibercriminosos

Ramon de Souza
·2 minuto de leitura

A Clubhouse surgiu repentinamente e se transformou na rede social do momento. Trata-se de um app simples, que propõe o uso de salas tematizadas para que os internautas possam conversar exclusivamente por áudios. O detalhe é que, para participar desse “clubinho da moda”, é necessário ser convidado por um usuário que já utilize a plataforma — convites esses que, como você pode imaginar, viraram verdadeiras preciosidades na web.

O problema é que os cibercriminosos sempre sentem “cheiro” de novas oportunidades para enganar internautas leigos, e, de acordo com previsões dos especialistas da Kaspersky, é bem provável que eles utilizem o Clubhouse para aplicar golpes variados. O primeiro cenário seria o mais simples, óbvio e fácil de monetizar: vender falsos convites para o serviço — a vítima realiza o pagamento e jamais recebe seu passe para a felicidade.

Já o segundo cenário, como destaca o analista sênior Fabio Assolini, “é mais sério”: os estelionatários podem criar e disseminar versões do app contaminadas com vírus. Essa possibilidade é particularmente plausível se levarmos em conta que o Clubhouse só está disponível, no momento, para o sistema operacional iOS; se uma versão pirateada surgir repentinamente na Play Store, milhões de internautas iriam fazer o download.

“Se o usuário instalar uma versão falsa do Clubhouse, ele pode dar ao cibercriminoso acesso às configurações de segurança de seu dispositivo Android, como permitir acesso à localização aproximada ou exata do aparelho móvel, gravar áudio e vídeo, invadir aplicativos de mensagens, entre outros”, explica Assolini. É provável que, até a equipe de moderação do Google perceber o golpe, internautas já tenham sido vitimados.

“Se os invasores conseguirem implementar no arquivo malicioso a capacidade de gravar áudio, e se esse recurso for permitido no dispositivo, eles poderão usar gravações de alta qualidade para treinar algoritmos de aprendizado de máquina e criar falsificações mais sofisticadas. A melhor maneira de se manter seguro é ficar atento ao que é baixado e manter as configurações de segurança apropriadas em seu celular”, finaliza Assolini.

Fonte: Canaltech

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