Mercado fechado

Veja quem é a sul-coreana Kim Jung-youn, a bilionária mais jovem do mundo

Kim Jung-youn, sul-coreana de 18 anos, é a mais nova bilionária mais jovem do mundo
Kim Jung-youn, sul-coreana de 18 anos, é a mais nova bilionária mais jovem do mundo
  • Jovem recebeu sua fortuna após a morte de seu pai de apenas 54 anos;

  • Falecido, Kim Jung-ju foi fundador da Nexon, empresa coreana de jogos;

  • Empresário sempre foi bastante reservado e pouco se sabe sobre ele ou sua família.

Ainda que a ascensão cultural da Coreia do Sul tenha trago à proeminência muitos nomes do país, desde atores, diretores e cantores, é muito provável que você não tenha ouvido falar de Kim Jung-youn, a bilionária mais jovem do mundo, com apenas 18 anos.

A jovem é filha do falecido Kim Jung-ju, um empresário sul-coreano que fundou a Nexon, empresa de jogos. Com a morte de seu pai em fevereiro deste ano, com apenas 54 anos, ela herdou uma grande participação na companhia, assim como sua irmã mais velha, Jung-min.

Cada uma agora detém 30,78% na NXC, a holding pessoal de seu pai, conforme documentos financeiros divulgados no início deste mês. A NXC é detentora de 48% das ações da Nexon, que são listadas no Japão

Essa fortuna, somada às participações na Nexon que as irmãs também herdaram, valem cerca de US$ 2,5 bilhões para cada uma, ou R$ 13,3 bilhões. Segundo um cálculo da Forbes, após o pagamento de impostos sobre a herança (dos quais a Coreia do Sul tem um dos maiores do mundo), cada uma herdou US$ 1 bilhão, ou R$ 5,3 bilhões.

Pouco se sabe sobre as irmãs e sua mãe, que também é um bilionária por ser uma das fundadoras da empresa de seu marido. Jung-ju sempre foi bastante reservado e tímido perante a mídia, mesmo sendo um dos homens mais ricos da Coreia do Sul, ficando atrás apenas do magnata farmacêutico Seo Jung-jin e Jay Y. Lee da Samsung.

Uma das únicas coisas pelas quais ele ganhou notoriedade foi por se aposentar da gestão do dia-a-dia de sua empresa em 2006, trocando o mundo dos negócios pelo da filantropia. No ano passado, suas ações no setor foram reconhecidas pela Forbes Asia, que o nomeou como um dos 15 "Heróis da Filantropia", após doações a hospitais infantis.