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Queixas contra Shopee crescem 2600% em menos de um ano

·2 minuto de leitura
Mais de 1,5 mil reclamações foram feitas ao Procon de São Paulo. Foto: Getty Images.
Mais de 1,5 mil reclamações foram feitas ao Procon de São Paulo. Foto: Getty Images.
  • Dificuldade de reembolso e demora nas entregas são os maiores motivos

  • Mais de 1,5 mil reclamações foram feitas ao Procon de São Paulo

  • Órgão pediu que plataforma assine um termo de colaboração com a Polícia Civil

O Procon de São Paulo registrou mais de 1,5 mil queixas contra a plataforma de e-commerce Shopee. O período avaliado foi de setembro de 2020 até o último mês de agosto. Entre os maiores motivos estão dificuldades de reembolso e devolução de valores pagos, ausência ou demora na entrega de produtos e delivery de produtos incompletos, diferentes do anunciado ou danificados.

Em setembro do ano passado, o número de queixas contra o site era de apenas oito. No entanto, já no final de 2020, o indicador chegou a 122 reclamações. Em agosto deste, o total de denúncias já era de 208.

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Por trás das reclamações, estão outros motivos como dificuldade de contato e demora no atendimento e venda ou publicidade enganosa. De acordo com o Procon-SP, a plataforma falha várias vezes em dar satisfação ao consumidor. Para coibir a venda de produtos irregulares no Shopee, o órgão de defesa ao consumidor vai propor a assinatura de um termo de cooperação com a Polícia Civil. Como precedente, o Mercado Livre também sinalizou em agosto que cooperaria com as autoridades com a mesma intenção.

O Procon-SP exigiu que a Shopee desse uma série de explicações. Entre elas, estão como funciona a fiscalização da origem dos produtos, documentos que comprovem a regularidade fiscal, tributária e comercial de lojas parceiras e como o site desenvolve estratégias de precificação e criação de descontos.

As informações são do Tecnoblog.

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