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Queda inesperada de 10,6 milhões de barris em reservas de petróleo nos EUA

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(Arquivo) Vista aérea de uma instalação de armazenamento de petróleo bruto em Cushing, Oklahoma, em 5 de maio de 2020
(Arquivo) Vista aérea de uma instalação de armazenamento de petróleo bruto em Cushing, Oklahoma, em 5 de maio de 2020

As reservas de petróleo nos Estados Unidos sofreram na semana passada seu maior declínio semanal desde dezembro, de acordo com um relatório divulgado nesta quarta-feira pela Agência de Informação Energética (EIA).

Os estoques caíram 10,6 milhões de barris em 24 de julho, atingindo 526 milhões. Os analistas previam um aumento médio de 450.000 barris.

As exportações aumentaram de 2,99 milhões de barris por dia (mbd) para 3,21 mbd, enquanto as importações caíram de 5,94 mbd para 5,15 mbd.

As refinarias operaram com 79,5% de sua capacidade, 1,4% a mais que na semana anterior.

As reservas de petróleo caíram, principalmente na região costeira do Golfo do México, onde sofreram um colapso de mais de 10 milhões de barris.

Em Cushing, Oklahoma, onde estão localizados os gigantescos tanques WTI listados em Nova York, as reservas diminuíram pouco mais de um milhão de barris.

"Esses são números enganosos", disse Kilduff, no entanto, que observou que "as taxas das refinarias ainda são notavelmente baixas" para esta época do ano.

Para o especialista, a queda inesperada nos estoques de petróleo não é necessariamente sinônimo de um aumento na demanda de petróleo.

Os estoques de gasolina aumentaram 700.000 barris, quando os analistas esperavam uma queda de 2 milhões de barris.

Os produtos destilados (óleo de aquecimento e diesel) aumentaram 500.000 barris, duas vezes menos do que o mercado esperava.