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Queda da Tesla faz fortuna de Elon Musk ficar abaixo dos US$ 200 bilhões

Nesta terça-feira (8) Elon Musk viu seu patrimônio cair para US$ 194,8 bilhões (R$ 1 trilhão). Segundo a Forbes, a queda se dá após investidores da Tesla, sua fabricante de carros elétricos, venderem suas ações. No entanto, ele continua sendo a pessoa mais rica do mundo — apesar de estar longe dos US$ 300 bilhões (R$ 1,5 trilhão) que acumulou em 2021.

Atualmente, a Tesla vale US$ 622 bilhões (R$ 3,2 trilhões). A empresa perdeu quase metade de seu valor de mercado desde que Musk fez uma oferta pelo Twitter, em abril deste ano. Parte da preocupação dos investidores estava na venda das ações por parte do bilionário, visando levantar verba para fechar a aquisição de US$ 44 bilhões (R$ 227 bilhões) da rede social. Musk vendeu pelo menos US$ 15 bilhões (R_jobs(data.conteudo)nbsp;77,7 bilhões) antes de finalizar o acordo no mês passado.

A fabricante de carros também vem enfrentando problemas com a justiça norte-americana. Segundo o site Reuters, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos está investigando criminalmente a Tesla, após acidentes envolvendo o piloto automático. No ano passado, a Administração Nacional de Segurança no Tráfego Rodoviário dos EUA abriu uma investigação sobre uma série de colisões, sendo uma delas fatal, em que o sistema de assistência ao motorista estava ativado.

Elon Musk e o Twitter

Em outubro, devido a uma reação ruim do mercado sobre os resultados da Tesla, Musk chegou a perder cerca de US$ 15 bilhões (R$ 77,7 bilhões) em apenas um dia. Segundo a Reuters, o temor dos investidores é que o bilionário esteja preocupado demais com o Twitter enquanto a fabricante de carros sofre com uma concorrência crescente.

Além disso, o cenário com o Twitter não parece positivo. Com demissões em massa e comportamentos imprevisíveis, o próprio Elon anunciou em um tweet que a plataforma de miniblog enfrenta uma queda no número de anunciantes. Algumas das empresas que vão pausar investimentos de anúncio na rede social são: General Mills, Mondelez International, Pfizer e a Audi, da Volkswagen.

A queda, de quase US$ 100 bilhões (R$ 518,08 bilhões) em apenas um ano, foi semelhante à de Mark Zuckerberg, fundador e CEO da Meta, que despencou da quarta posição no ranking da Forbes para a 29ª.

Fonte: Canaltech

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