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Quatro meses após morte no Arpoador, mãe homenageia publicitário Sérgio Stamine nas redes sociais

·2 min de leitura

A psicanalista Virgínia Portas, mãe do publicitário, empresário e músico, Sérgio José Coutinho Stamile, de 41 anos, conhecido como Pirata do Arpoador, prestou uma homenagem ao filho nas redes sociais. No texto publicado, ela que enumera as qualidades do rapaz, discorre sobre seus hábitos e lamenta a falta que ele faz anos familiares e aos amigos. As investigações da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) concluíram que Serginho teria discutido com dois homens em situação de rua que o sufocaram, roubaram seus pertences, como carteira e celular, e fugiram do Parque Garota de Ipanema, na Zona Sul do Rio, na madrugada de 10 de agosto.

Cerca de 20 dias depois, Pablo Francisco da Silva foi preso na Avenida Francisco Bhering, no Arpoador. Na ocasião, ele disse que Flavio Lima de Mello teria dado um mata-leão em Sérgio. O segundo suspeito continua foragido. Imagens de câmeras de segurança da região flagram o momento que os dois teriam feito uma brincadeira com o músico, que não gostou da provocação e respondeu de forma ríspida. Ele entrou em uma gruta do local e logo depois foi acompanhado pelos criminosos.

“Meu filho Serginho, que se denominava Pirata do Arpoador, se forjou pelo encontro das águas: uma força da Natureza! Desde criança desenhava e pintava com paixão e sensibilidade. Fez todos os tipos de lutas: taekwondo, judô, karatê e jogava capoeira. Era doce e forte! Sempre foi assim! Tocou contrabaixo em várias bandas que ajudava a formar. Mas, autodidata, tocava também violão, guitarra, ukelele e arranhava o piano da casa sempre disponível. Era skatista, surfista, motociclista, desportista nato, criado nas ondas da vida. Fazia ioga, massagem e era mestre de Rei. Cozinhava bem, fazia pão, era pimenteiro talentoso cujas pimentas ganharam fãs cativos”, escreveu Virgínia.

“Criou uma cerveja com a sua marca, última paixão! Criava projetos, unia pessoas talentosamente e era mestre do reconhecimento e do elogio sincero e entusiasmado. Ele era uma força vital quase invisível que envolvia pessoas e que, na sua falta, se tornaram quase órfãos da sua presença generosa. Como é difícil superar e prescindir desta cortesia que exige nobreza e desprendimento. Frequentemente se ressentia sem se tornar ressentido: não guardo, mas não esqueço! Se formou em Comunicação Social e fez MBA na FGV. Trabalhou quase dez anos em uma produtora e saiu por vontade própria. Aprisionamento em grande empresa o adoecia”, postou a psicanalista.

No fim da postagem, a mãe de Sérgio diz: “O vazio que ele deixa nos nossos corações de quem dele se aproximou e se apaixonou é definitivamente insuperável. Vai, meu filho, navegue livre pelo espaço espalhando sua luz sobre nós, eternos cativos do seu amor!”

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