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Quase 1 mil empresas já aceitam criptomoedas como pagamento no Brasil

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Criptomoedas: quase 30 mil estabelecimentos ao redor do globo já aceitam forma de pagamento. (Getty Images)
Criptomoedas: quase 30 mil estabelecimentos ao redor do globo já aceitam forma de pagamento. (Getty Images)
  • Mais de 900 empresas no Brasil já aceitam criptomoedas como forma de pagamento;

  • Mercado ainda não é regulamentado no Brasil, mas PL foi aprovado no Senado e segue para a Câmara;

  • Um quarto dos brasileiros está disposto a comprar produtos e serviços com as moedas digitais.

Mais de 900 empresas no Brasil já aceitam criptomoedas como forma de pagamento. É o que aponta o levantamento realizado pela CoinMap, provando que a tendência mundial, adotada por quase 30 mil estabelecimentos ao redor do globo, também se confirma no país.

Por aqui, um quarto dos brasileiros está disposto a comprar produtos e serviços com as moedas digitais, segundo a Crypto Literacy de 2021, e esse desejo está cada vez mais próximo da realidade. Na última terça-feira (26), o Senado aprovou o projeto de lei que regulamenta o mercado e estabelece regras para transações com moedas digitais. A proposta seguiu para análise e votação na Câmara dos Deputados.

Mas mesmo sem regulamentação, empresas já oferecem possibilidades envolvendo criptomoedas, como é o caso da Wine Vinhos. Para atender aos anseios de alguns clientes, a empresa entrou no mercado no mês passado e aceita pagamento com Bitcoin por meio de seu aplicativo. A intenção, no entanto, é liberar as transações para o site e demais canais de venda.

“Acreditamos que será mais comum o uso de criptomoedas num futuro próximo e a forma de pagamento é também uma forma de atrair clientes”, disse o diretor financeiro da companhia, Clayton Freire, ao Estado de S. Paulo.

Conforme explicado pelo jornal, as empresas não transacionam diretamente com Bitcoins, já que as criptomoedas são conhecidas por oscilarem muito. Os valores são recebidos em reais por meio da conciliadora, empresa que faz a operação, o que permite que o preço do produto ou serviço não mude de uma hora para a outra.

Outras companhias, como o Rappi, também estão de olho na possibilidade. Em abril, a empresa começou a aceitar criptomoedas no México, primeiro país a testar o recurso, e a ideia é expandir para outros lugares.

No Rio de Janeiro, outra novidade: a prefeitura anunciou que vai aceitar, a partir de 2023, o pagamento do IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) em criptomoedas. A informação foi compartilhada em março, no evento “Criptoatividade Carioca”, e corresponde à primeira vez em que um município aceita o recebimento de tributos em moedas virtuais.

No ano passado, o investimento em criptomoedas no Brasil atingiu o maior volume anual desde 2017, ano em que as operações começaram a ser registradas. Segundo o Banco Central, foram mais de US$ 995 bilhões (R$ 4,9 trilhões).

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