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Quase metade das pessoas tem medo de golpes em apps de paquera

·3 minuto de leitura

Os apps de encontros seguem como uma alternativa firme e forte para os solteiros, principalmente em tempos de pandemia e socialização mais difícil, mas 42% das pessoas dizem não confiar nestas soluções por medo de golpes. O maior temor é encontrar fakes, pessoas que usam fotos alheias e se passam por outras como forma de atrair interessados e até engajar em um webnamoro, brincando com os sentimentos e, muitas vezes, as carteiras dos outros.

Essa é a principal preocupação de 61% dos entrevistados em uma pesquisa da Kaspersky, que demonstrou altas desconfianças quanto às aplicações de relacionamento. O chamado catfishing lidera o ranking de preocupações, acima do temor quanto a links e anexos maliciosos (37%) e o roubo de identidades (8%). Ao mesmo tempo, 59% dos usuários de soluções assim afirmaram já terem identificado um perfil fraudado ou com aparência de falso.

Uma das principais táticas dos golpistas nesse tipo de ambiente é o envolvimento afetivo que leva ao pedido de dinheiro. Metade das pessoas ouvidas pela empresa de segurança, entretanto, afirmaram que jamais fariam isso, enquanto outros 41% afirmaram que não dão atenção a mensagens que pareçam suspeitas. Outro sinal de alerta, para 27% dos participantes, é a recusa da contraparte em realizar uma chamada por vídeo.

Fora do campo dos relacionamentos, há também certa desconfiança quanto ao uso dos apps em si. Entre os participantes ouvidos pela Kaspersky, 35% afirmaram temer que seus dados pessoais sejam distribuídos a partir dos apps, enquanto outros 16% afirmaram que apagaram as soluções porque buscavam mais privacidade. “Quando alguém se inscreve em um aplicativo de paquera, a pessoa está disposta a revelar informações pessoais. Esta é a fraqueza, já que não há garantia de quem está do outro lado da conversa”, explica Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky no Brasil.

Apps seguem sendo solução para socializar em tempo de pandemia, mas exigem cuidado. (Imagem: Freepik)
Apps seguem sendo solução para socializar em tempo de pandemia, mas exigem cuidado. (Imagem: Freepik)

De acordo com o especialista, é preciso sempre manter em mente que os fraudadores estão em busca de dinheiro, dados ou identidades, sem fornecer tais elementos. Em outros casos, também podem acontecer chantagens ou perseguições a partir de fotos íntimas ou outros detalhes, então a avaliação sobre a continuidade da comunicação sempre deve ser levada em conta.

“Nestas situações, você deve se fazer imediatamente a pergunta: por que essas informações são importantes para a outra pessoa?”, comentam os terapeutas Birgitt Hölzel e Stefan Ruzas da clínica de Munique Liebling + Schatz. A principal medida de segurança, segundo eles, é manter o desconfiômetro ligado e ter cautela; caso a sensação estranha seja persistente, o ideal é interromper o contato.

A Kaspersky também recomenda que informações pessoais e de trabalho sejam mantidas ocultas em apps desse tipo. Evitar o compartilhamento de números de telefone, preferindo os mensageiros dos próprios serviços, também é um bom caminho de segurança. No celular, é bom manter uma solução de segurança ativa e atualizada, já que ela ajuda a identificar e bloquear os vetores de ataque mais comuns.

Fonte: Canaltech

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