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Quase 70% das famílias estão endividadas, segundo pesquisa da CNC

·2 minuto de leitura
dinheiro, real, reais (Pixabay/Creative Commons/joelfotos)
Parcela de famílias muito endividadas também cresceu, chegando a 14,7%, maior nível desde julho do ano passado (Pixabay/Creative Commons/joelfotos)
  • Endividamento das famílias foi de 69,7% em junho

  • Famílias de todas as rendas foram atingidas

  • Motivo é alta da inflação, auxílio emergencial baixo e fragilidade do mercado de trabalho

A parcela de famílias endividadas foi de 69,7%, um aumento de 1,7 ponto percentual em relação a maio, quando foi de 68%. Isso renova o recorde do mês passado e leva o endividamento ao maior patamar da série histórica da pesquisa, que teve início em 2021. É o que aponta uma pesquisa da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) divulgada nesta quinta-feira (1º). As informações são do Valor Econômico. 

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Também subiu a parcela de famílias muito endividadas, chegando a 14,7%, o maior nível desde julho do ano passado. Apesar disso, essa porcentagem é menor do que em junho de 2020, perto do começo da pandemia da covid-19.

Além disso, também subiu o número de famílias que dizem não ter como pagar contas em atraso ou dívidas e acabarão inadimplentes. Foi de 10,5% em maio para 10,8% em junho. Entretanto, na comparação com o mesmo período de 2020, houve uma queda, já que a parcela era de 11,6%.

Segundo a CNC, os motivos desses aumentos são as parcelas mais baixas do auxílio emergencial, a alta da inflação e o mercado de trabalho mais frágil para os informais.  

Em todas as classes

O levantamento mostra que o aumento do endividamento não só foi só entre as famílias com renda de até dez salários mínimos, mas também nas que têm rendimento maior.

No caso das que têm menos renda, a parcela chegou a 70,7% do total, enquanto no mês anterior foi maior do que 69%. Em relação às que têm mais dinheiro, o percentual saltou para 65,5%, enquanto em meio era de 64,2%.

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