Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.035,17
    -2.221,19 (-1,98%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    44.592,91
    +282,64 (+0,64%)
     
  • PETROLEO CRU

    61,66
    -1,87 (-2,94%)
     
  • OURO

    1.733,00
    -42,40 (-2,39%)
     
  • BTC-USD

    45.317,27
    -1.039,48 (-2,24%)
     
  • CMC Crypto 200

    912,88
    -20,25 (-2,17%)
     
  • S&P500

    3.811,15
    -18,19 (-0,48%)
     
  • DOW JONES

    30.932,37
    -469,64 (-1,50%)
     
  • FTSE

    6.483,43
    -168,53 (-2,53%)
     
  • HANG SENG

    28.980,21
    -1.093,96 (-3,64%)
     
  • NIKKEI

    28.966,01
    -1.202,26 (-3,99%)
     
  • NASDAQ

    12.905,75
    +74,00 (+0,58%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7583
    +0,0194 (+0,29%)
     

Quase 30% dos adultos já se contaminaram com COVID-19 em SP, segundo estudo

Nathan Vieira
·2 minuto de leitura

A capital paulista conta com, no mínimo, 2,5 milhões de pessoas que já foram infectadas pela COVID-19, o equivalente a 29,9% da população adulta. As informações são da quinta fase do SoroEpi MSP - Inquéritos soroepidemiológicos seriados para monitorar a prevalência da infecção por SARS-CoV-2 no município.

A pesquisa apontou aumento de 3,7 pontos percentuais na soroprevalência em comparação com a fase anterior, passando de 26,2% para 29,9%. Entre a quarta e quinta fase, ocorridas em outubro de 2020 e janeiro de 2021, respectivamente, o estudo indica que 300 mil adultos foram infectados.

Nesta fase, a frequência de indivíduos com anticorpos contra a COVID (chamada também de soroprevalência) mostrou um aumento significativo entre as pessoas mais jovens. Na faixa etária de 18 a 34 anos, a taxa de prevalência passou de 24,7% na fase anterior para 33% nesta atual. Esse crescimento fez com que a prevalência neste grupo ficasse 1,7 vezes maior do que entre aqueles com mais de 60 anos (33% contra 19,9%).

Diferenças na soroprevalência

Segundo o estudo, diferenças entre nível de escolaridade, raça/cor da pele e renda familiar têm relação com a taxa de prevalência (Imagem: Fusion Medical Animation/Unsplash)
Segundo o estudo, diferenças entre nível de escolaridade, raça/cor da pele e renda familiar têm relação com a taxa de prevalência (Imagem: Fusion Medical Animation/Unsplash)

Segundo a pesquisa, as diferenças entre nível de escolaridade, raça/cor da pele e renda familiar continuam estatisticamente relacionados com a taxa de prevalência. Na prática, acontece o seguinte: distritos mais ricos apresentam soroprevalência menor (22,8%) do que a estimada para o total do município (29,9%). Em contrapartida, nos distritos mais pobres do município, esse índice atinge 36,4%.

O estudo ainda ressalta que pessoas com até o ensino fundamental apresentam uma soroprevalência 1,7 vezes maior que indivíduos com nível superior completo (33,8% contra 19,6%). Situação semelhante ocorre em relação à raça/cor de pele: a soroprevalência é 1,6 vezes maior entre pessoas que se autodeclararam pretas e pardas quando comparadas às brancas (37,8% contra 23,2%).

Na quinta fase da pesquisa, realizada entre os dias 14 e 23 de janeiro de 2021, foram analisadas 1.194 amostras de sangue dos participantes em 149 setores censitários. Foram sorteadas 8 residências em cada setor censitário.

O estudo consiste em aplicar testes laboratoriais em amostras de sangue de uma parcela representativa dos adultos residentes na capital para identificar o percentual daqueles que foram expostos ao vírus e produziram anticorpos específicos para o SARS-CoV-2. A quinta etapa integra uma série de seis fases iniciadas no mês de maio de 2020.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: