Mercado fechado
  • BOVESPA

    111.923,93
    +998,33 (+0,90%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.234,37
    -223,18 (-0,43%)
     
  • PETROLEO CRU

    80,34
    -0,88 (-1,08%)
     
  • OURO

    1.811,40
    -3,80 (-0,21%)
     
  • BTC-USD

    16.971,01
    +19,90 (+0,12%)
     
  • CMC Crypto 200

    404,33
    +2,91 (+0,72%)
     
  • S&P500

    4.071,70
    -4,87 (-0,12%)
     
  • DOW JONES

    34.429,88
    +34,87 (+0,10%)
     
  • FTSE

    7.556,23
    -2,26 (-0,03%)
     
  • HANG SENG

    18.675,35
    -61,09 (-0,33%)
     
  • NIKKEI

    27.777,90
    -448,18 (-1,59%)
     
  • NASDAQ

    11.979,00
    -83,75 (-0,69%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,4940
    +0,0286 (+0,52%)
     

Quase 30% das famílias brasileiras estão endividadas, diz levantamento

Quase 30% das famílias brasileiras estão endividadas, diz levantamento
Quase 30% das famílias brasileiras estão endividadas, diz levantamento
  • O percentual é o maior registrado desde 2010;

  • O estudo da FecomercioSP apontou que 4,9 milhões de famílias estão endividadas no país;

  • O índice é medido nas capitais do país;

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) divulgou, nesta terça-feira (22), que 29% das famílias brasileiras estão em situação de inadimplência. O percentual é o maior registrado desde 2010, quando teve início a série histórica do levantamento realizado pela entidade.

O índice, que é medido nas capitais do país, apontou que pouco mais de de 4,9 milhões de famílias das capitais tinham alguma conta em atraso até o fim dos primeiros seis meses de 2022. No mesmo período do ano passado, o número de famílias endividadas chegou a 4,9 milhões, quando 25,6% estavam inadimplentes.

“Um ponto em comum entre as capitais com maiores taxas de famílias com contas em atraso, que pode explicar parte deste comportamento, é a queda na renda familiar entre 2020 e 2022”, destacou a FecomercioSP, em nota.

Os maiores índices de inadimplências foram registrados em Belo Horizonte (43%), Boa Vista (42%) e Porto Alegre (41%). O levantamento da entidade também apontou que a renda média das famílias nas capitais brasileiras era de R$ 8.001. O valor é 3,9% menor se comparado ao mesmo período de 2020, quando o estudo registrou R $8.327 no índice.

De acordo com uma previsão da entidade, a inadimplência e o endividamento devem diminuir no país nos últimos meses do ano, devido a uma maior injeção de renda no período.

“Considerando o mercado de trabalho aquecido; a retomada da atividade econômica; os números do Produto Interno Bruto (PIB) revisados para cima; a inflação – que iniciou um ciclo de queda no semestre; a maior injeção de renda via Auxílio Brasil; e o décimo terceiro mais robusto em dezembro, as expectativas para os níveis de inadimplência, endividamento e renda tendem a se mostrar menos preocupantes”, afirmou a FecomercioSP.