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Quanto você precisa para viver sua vida ideal?

Pesquisa sugere que maior parte da população não quer uma vida extravagante, mas sim confortável
Pesquisa sugere que maior parte da população não quer uma vida extravagante, mas sim confortável
  • Pesquisa sugere que maior parte da população não quer uma vida extravagante, mas sim confortável;

  • 'Ideologia dos desejos ilimitados' não faz parte natureza humana, sugere pesquisador;

  • Dado pode ajudar na hora de elaborar políticas de sustentabilidade.

Imagine sua vida ideal. Tudo. Desde onde você mora, quais projetos na vida você quer executar e onde gostaria de tirar férias. Quais hobbies você escolheria? Que tipo de comida você comeria? Quais roupas usaria? Agora pense: quanto seria necessário para realizar todos esses desejos.

Essa foi a pergunta feita em um estudo publicado recentemente na revista Nature Sustainability, que entrevistou 220 pessoas em cada um dos 33 países pesquisados. Com base na pergunta, os entrevistadores davam opções de prêmios de loteria que o participante poderia receber, que variam entre US$ 10 mil a US$ 100 bilhões.

O que surpreendeu os cientistas é que, ao invés do que era esperado, a maior parte escolheu níveis relativamente moderados de riqueza, entre US$ 1 milhão a US$ 10 milhões. Bem longe da riqueza ilimitada representada pelos US$ 100 bilhões.

Os pesquisadores psicológicos Paul Bain e Renata Bongiorno, coautores do artigo, dizem que essa descoberta tem implicações importantes quando se trata de como as culturas normalizam o consumismo excessivo.

“A ideologia de desejos ilimitados, quando retratada como natureza humana, pode criar pressão social para que as pessoas comprem mais do que realmente querem”, disse Bain, principal autor do estudo e leitor da Universidade de Bath, no Reino Unido.

“Descobrir que a vida ideal da maioria das pessoas é realmente bastante moderada pode tornar socialmente mais fácil para as pessoas se comportarem de maneira mais alinhada com o que as torna genuinamente felizes e apoiar políticas mais fortes para ajudar a proteger o planeta.”

O estudo tem como base pesquisas anteriores, que demonstram que há uma correlação entre dinheiro e felicidade, mas só até um certo limite, onde mais dinheiro não necessariamente aumenta a satisfação com a vida. Nos EUA, esse ponto de corte foi estimado em uma renda familiar anual de US$ 105 mil.

O que esse novo estudo sugere, no entanto, é que para a maior parte de nós não precisa do dinheiro que as pessoas mais ricas do mundo acumulam para realizar nossos sonhos. Em diz disso, afirmam os autores, a maior parte das pessoas do mundo preferem ser “confortáveis, mas não extravagantes”.

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